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Hewitt deixa as quadras e leva consigo as memórias da ‘geração de transição’

Guga Kuerten. Marcelo Ríos. Carlos Moyá. Marat Safin. Juan Carlos Ferrero. Andy Roddick. Lleyton Hewitt.

Hewitt deixa as quadras e leva consigo as memórias da ‘geração de transição’
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Estes nomes não aparecem no top 5 dos melhores tenistas da história, apesar de serem reconhecidos e celebrados por seus feitos, incluindo a liderança do ranking. Ninguém os chamou de ‘Era de Ouro’, como fazem com Djokovic, Federer, Nadal e Murray hoje. Porém, esta geração que dominou o final dos anos 1990 e o começo dos 2000, e hoje está perto dos 40 anos de idade, protagonizou um momento de transição fundamental para a história do tênis.

O Big 4 pode não citá-los como seus principais ídolos, mas eles são, em grande parte, produto do tênis jogado naquela época. E o último “sobrevivente” deste grupo, Lleyton Hewitt, deixou as quadras nesta quinta-feira, no Australian Open. 

"Acredito que os caras que jogavam de fundo de quadra começaram a acreditar quando viram que eu tinha sucesso em todos os pisos. Acho que foi uma mudança total de como o tênis era jogado em muitos sentidos, especialmente na grama. Além de Agassi em 92, não havia muitos tenistas que conseguiam ficar lá trás e jogar de fundo. De certa maneira, vários aprenderam ou acreditaram que poderiam dar certo deste jeito. Foi provavelmente minha maior virtude. Obviamente que outros caras vieram, como Roger, e levaram tudo a outro nível".

Naquela época, o circuito ainda tinha alguns “discípulos” do saque e voleio de Pete Sampras, dois deles compatriotas de Hewitt (Patrick Rafter e Mark Philippoussis), mas o futuro estava cada vez mais claro: era preciso se movimentar e bater bem no fundo, subir à rede quando as melhores oportunidades apareciam (e não sempre) e não se contentar em ser um especialista no piso X ou Y. A diminuição dos pisos extremamente rápidos, o aumento da cabeça das raquetes e a mudança do tipo de cordas também levavam o esporte a esta direção.

Federer, atualmente com 34 anos, acabou tendo como principais rivais tenistas da ‘geração de transição’, mais velhos que ele, e o Big 4, cinco/seis anos mais novos.

"Eram ele (Hewitt) e o Roddick. Era um pouco diferente com Lleyton. Tive que virar o confronto direto, porque ele me venceu muitas vezes no início, enquanto com Andy eu saí na frente e consegui manter. Mas gostei muito de enfrentar os dois. Também o Ferrero e o Safin. Mas era especial com o Lleyton. Assim como o Roddick. Lleyton fez com que eu entendesse o meu jogo e me tornasse um jogador melhor. Curti muito as batalhas com ele", afirmou o suíço em Melbourne.

Como todo mundo que torcia para o Guga naquela época, eu me irritava com o sucesso de Hewitt, sua postura de superioridade e seus gritos na cara do adversário. Porém, é muito difícil eu não começar a gostar de uma pessoa que enfrenta inúmeros obstáculos. Os do australiano foram precisamente cinco cirurgias. E também não há como ignorar o contraste da vibração de Hewitt em relação a maioria dos tenistas do circuito atual. Para ele, cada ponto e cada vitória importavam.

Justamente por serem grandes, mas não vencerem três Slams por temporada, os tenistas daquela geração pareciam menos acomodados. Sabiam que a qualquer momento alguém poderia tomar o número 1 ou ganhar seu primeiro Major. Por mais que eu seja fã incondicional do Big 4, confesso que já sinto e continuarei sentindo saudades dos jogadores que apresentaram o tênis a mim. 

As nove jovens tenistas que já se destacaram no início do Australian Open

Sheila Vieira
2 yıl önce15 görüntüleme

É notável que a nova geração de tenistas do circuito feminino está conseguindo resultados expressivos mais cedo do que seus colegas da mesma faixa de idade na ATP. Os motivos para isso podem ser discutidos (e o lado B desta conversa é o envelhecimento do topo no masculino), mas o fato é que nove tenistas entre 18 e 22 anos já estão classificadas para a terceira rodada do Australian Open. 

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Se você ainda não conhece as novas caras da WTA, aqui estão: 

A russa Daria Kasatkina tem 18 anos e é a próxima adversária de Serena Williams em Melbourne (#GoodLuckWithThat). Há menos de dois anos, foi campeã de Roland Garros no juvenil. Já havia chegado a uma terceira rodada de Slam no US Open do ano passado. Este ano, derrotou Venus Williams em Auckland. Suas duas vitórias no #AusOpen foram contra jogadoras também em ascensão: Ana Konjuh e Anna Schmiedlova.

Outra russa que chega com força é Margarita Gasparyan, de 21 anos, uma das poucas jogadoras do circuito que usa só uma mão no backhand. Ela ganhou o WTA de Baku em 2015, além de dois títulos em duplas. Sua campanha em Melbourne até agora teve triunfos diante da italiana [17] Sara Errani e da japonesa Kurumi Nara. 

Gasparyan duelará por uma vaga nas oitavas contra a cazaque Yulia Putintseva. Vice-campeã do US Open juvenil em 2010, a tenista de 21 anos nasceu na Rússia e passou a representar o Cazaquistão em 2012. Com apenas 1,63m de altura e muita atitude, ela é comparada à eslovaca Dominika Cibulkova. "Poots" tirou [16] Caroline Wozniacki e a chinesa Xinyun Han do Grand Slam australiano neste ano.

Ok, Belinda Bencic já é uma realidade há algum tempo. Aos 18 anos, a suíça é número 13 do mundo. No juvenil, foi campeã de Roland Garros e Wimbledon em 2013. No ano seguinte, atingiu as quartas de final do US Open já no profissional. Ganhou o título de Eastbourne em 2015 e do importantíssimo Premier do Canadá em 2015, vencendo quatro top 10 em sequência, incluindo Serena Williams. Deixou para trás Alison Riske e Timea Babos nesta semana e pega Kateryna Bondarenko.

A norte-americana Lauren Davis é a de currículo mais modesto entre as que cito aqui. Aos 22 anos, tem como destaques uma semifinal em Auckland em 2015 e um triunfo diante de Victoria Azarenka em Indian Wells há dois anos. Em Melbourne, eliminou [26] Anastasia Pavlyuchenkova e Magdalena Rybarikova (desistência). Ela desafiará Maria Sharapova na terceira rodada.

O que dizer de uma jogadora que promove a hashtag #PicaPower? Monica Puig é uma figura porto-riquenha de 22 anos. Foi vice-campeã juvenil do Australian Open em 2011, prata no Pan-2011 e chegou às oitavas de Wimbledon (profissional) em 2013. Seu único título de WTA foi vencido em Estrasburgo, em 2014. Bateu Magda Linette e depois Kristyna Pliskova em uma partida épica, salvando cinco match points e tomando 31 aces, recorde em um jogo de WTA (fica o consolo para Pliskova). Seu próximo desafio é surpreender Agnieszka Radwanska.

Olha a Rússia aqui de novo. Elizaveta Kulichkova tem 19 anos e foi campeã de simples e duplas no Australian Open juvenil há dois anos. Na estreia, superou [22] Andrea Petkovic e depois venceu Monica Niculescu. Ela joga contra Carla Suárez Navarro por um lugar nas oitavas. 

Assim como Bencic, Kristina Mladenovic é mais conhecida e vencedora. Tem um título de simples de WTA e dez de duplas. Foi campeã em mistas com Daniel Nestor em Wimbledon-2013 e Australian Open-2014. Sozinha, chegou às quartas do US Open de 2015. Após derrotar Dominika Cibulkova e Nicole Gibbs, a francesa de 22 anos encara nossa próxima e última jogadora da lista.

Daria Gavrilova tem 21 anos e representou a Rússia até 2014, quando obteve a nacionalidade australiana. Foi campeã do US Open juvenil em 2010 e líder do ranking mundial da categoria. Também ganhou o ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude no mesmo ano. Venceu a Copa Hopman em 2016 com Nick Kyrgios e coleciona vitórias contra jogadoras de expressão, como Maria Sharapova, Ana Ivanovic e, desde quarta, Petra Kvitova. A tcheca foi a segunda vítima de Gavrilova em Melbourne, após Lucie Hradecka.

As nove jovens tenistas que já se destacaram no início do Australian Open

Já tem uma favorita? #WTA #tennis #AusOpen #RisingStars

Hikayeyi okudun
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