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Michael Moore explica por que Trump será o novo presidente dos EUA

DeTudoUmPouco
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Michael Moore explica por que Trump será o novo presidente dos EUA
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Aqui e ali, alguns democratas já dão sinais de que a batalha está perdida. Um dos mais vocais (e polêmicos) apoiadores do partido, o documentarista Michael Moore bateu o martelo do triunfo de Donald Trump na eleição para a presidência dos EUA. O diretor de "Tiros em Columbine" e "Fahrenheit 9/11" apresentou em seu site cinco razões para a vitória do magnata. Confira quais elas são e se você concorda com elas:

1. Estados democratas estão se "avermelhando".

Moore argumenta que os estados próximos aos Grandes Lagos, como Michigan, Ohio, Pensilvânia e Wisconsin, estão deixando suas raízes democratas de lado. Republicanos têm vencido as eleições estaduais nestes locais desde 2010 (exceto a última realizada na Pensilvânia) e Trump está se aproximando de Hillary na região por dizer que o apoio dos Clintons ao NAFTA (Lembra dele? O Tratado Norte-Americano de Livre Comércio) ajudou a fazer as fábricas da região decaírem. Com estes estados na mão, Trump não precisaria ganhar na Flórida ou no Colorado, locais que geralmente definem o vencedor.

2. Homens brancos estão cansados de perder (risos).

É muito ridículo dizer isso, tendo em vista que homens brancos vencem em tudo praticamente DESDE O INÍCIO DA HUMANIDADE. Mas eles não suportam perder nadinha, nem por um segundo. Os dois mandatos de Barack Obama e até a ascensão de Beyoncé como principal ícone do país são como pequenas facadas nos corações desses mimados. A possibilidade de uma MULHER assumir o cargo é algo que deve ser impedido a qualquer custo. Especialmente quando personalidades feministas apóiam a candidata.

3. Hillary não é empolgante o suficiente para fazer todos que rejeitam Trump votarem.

O carisma da ex-primeira-dama-e-secretária-de-Estado é quase inexistente. Por mais que todo mundo saiba que ela é infinitamente mais preparada do que Trump para o cargo, falta aquele entusiasmo que o casal Obama trouxe às eleições em 2007. Falta empatia por ela. Suas decisões questionáveis quando esteve no governo não ajudam e fazem com que muitos democratas só saiam de casa com a motivação de impedir um louco de habitar a Casa Branca. Mas isso pode não ser um apelo suficiente para tirar todos as pessoas que têm rejeição a Trump de casa para votar.

4. Os eleitores de Bernie Sanders ainda estão chateados.

Não é que a galera que apoiava o Sanders vai deixar de votar. Eles votarão por Hillary e as pesquisas mostram isso. Mas faltará a tal da empolgação que faria essa parcela significativa de pessoas colocar placas na rua, tentar convencer colegas e mostrar entusiasmo no geral com a eleição. 

5. Muita gente pode votar em Trump como uma "banana" para políticos em geral.

É uma situação parecida com a que vemos aqui no Brasil. A filosofia do "é tudo a mesma merda". Quem se decepcionou com os democratas nos últimos oito anos pode ver o voto em Trump como uma "banana" para todo o sistema. Já que isso é um circo mesmo, vamos colocar um palhaço lá. Isso é um pensamento extremamente burro, obviamente, que ignora as drásticas consequências possíveis (Alô, Brexit!). Mas não superestime a inteligência do eleitor comum.

Convencido? Ou ainda acha que Trump será tombado até a hora decisiva? O mundo espera.

#donaldtrump #hillaryclinton #michaelmoore #elections #USA #trump #GOP

Melania Trump é a última de longa lista de plagiadores. Relembre!

DeTudoUmPouco
год назад10 просмотров
Melania Trump é a última de longa lista de plagiadores. Relembre!
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O bafão da última noite, acredite, não envolveu a Taylor Swift. Melania Trump, esposa de Donald Trump, fez um discurso na convenção nacional republicana nesta segunda-feira e, em pouco tempo, as pessoas descobriram que ela plagiou 30 segundos de um discurso de Michelle Obama, na convenção democrata de 2008.

No entanto, Melania não é a primeira e nem será a última pessoa a recorrer ao plágio, principalmente na política. A prática é extremamente comum em discursos, cujo propósito é mais emocionar do que informar. Porém, ela se estende também a jornalistas, escritores e pesquisadores (haja preguiça de fazer aquela citação padronizada). Duvida? Veja só:

Martin Luther King Jr.

O ativista norte-americano copiou frases de diversos autores em sua tese de doutorado pela Universidade de Boston, em 1955. Isso só foi descoberto quando o documento foi analisado pela Universidade de Stanford, após a morte de King. Apesar de reconhecer em 1991 que o reverendo realmente plagiou, a Universidade de Boston manteve o título de doutorado dele, por acreditar que a monografia teve uma contribuição válida para a academia.

Melania Trump é a última de longa lista de plagiadores. Relembre!

T.S. Elliott

O poema modernista “A Terra Desolada”, publicado pelo norte-americano em 1922, continha trechos muito parecidos com vários outros trabalhos de autores desconhecidos, incluindo de um que também se chamava “Terra Desolada”. Porém, Elliot argumentava que bons poetas pegavam algo bom e transformavam em algo “melhor ou diferente”.

Rand Paul

Um dos candidatos vencidos por Donald Trump nas primárias republicanas, Paul lançou um livro em 2013 com trechos copiados da Wikipédia e de agências de notícias, e fez o mesmo em alguns discursos. A justificativa dele foi que as “anotações” não foram obtidas adequadamente.

Joe Biden

Quem disse que só republicanos plagiavam? O atual vice-presidente saiu da corrida presidencial de 1988 porque grande parte de seus discursos haviam sido copiados de Neik Kinnock, que perdeu a eleição de primeiro-ministro para Margaret Thatcher.

Annette Schavan

Na Alemanha, vários “funcionários” de Angela Merkel tiveram que se retirar porque cometeram plágio em suas monografias acadêmicas. A ex-ministra da Educação Annette Schavan passou por isso em 2013 e teve seu título de doutorado retirado pela Universidade Heinrich Heine.

Pál Schmitt

Já viu algum presidente renunciar por plágio? Aconteceu na Hungria! Em 2012, Pál Schmitt teve que abrir mão de seu cargo porque a Universidade belga Semmelweis concluiu que ele usou plágio para obter seu título de doutor. Fato curioso sobre o cidadão: ele é bicampeão olímpico de esgrima.

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Jayson Blair

Até o New York Times está vulnerável a ter funcionários plagiadores. O jornal teve que admitir em 2003 que um jovem repórter inventava pessoas, entrevistas, frases e dados. Para manter o disfarce diante dos chefes, Blair até falsificava recibos de reembolso para provar que estava em tal lugar, tal dia.

Jonah Lehrer

Quem gosta de plagiar, faz isso diversas vezes. O ex-repórter da New Yorker foi pego copiando textos antigos dele mesmo e inventando frases de outras pessoas. Pior: ele fez isso até com Bob Dylan, no livro “Imagine”.

Neil Harman

O jornalista britânico era considerado a maior autoridade da mídia especializada em tênis e até escreveu a biografia de Andy Murray. No entanto, foi provado que ele plagiou diversas fontes nos livros que escrevia para o torneio de Wimbledon e também em algumas matérias. Ele foi demitido do “The Times” e está sumido desde então.

Por que as pessoas plagiam? Pois é fácil e, em grande parte das vezes, quase ninguém percebe. E também porque fazer citações dá a ideia de que você não tem ideias originais e precisou pegar a de outros. Se todo mundo entendesse que conhecimento sempre é repassado (e às vezes aprimorado), menos gente teria a cara de pau de roubar o trabalho alheio.

Então, Melania, você não está sozinha. Mas pode ter perdido a campanha para o seu marido.

#melaniatrump #GOP #michelleobama #plágio #plagiarism #politics #journalism

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