O mundo não é o bastante
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Na disputa pelas celebridades, Hillary e os democratas venceram Trump de lavada

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Imagine que cada grande candidato à presidência do Brasil tivesse quatro dias para promover sua campanha em um estádio de futebol. Neste evento, assistimos a vídeos emocionantes, shows de artistas populares e discursos de celebridades. Uma espécie de showmício no Maracanã.

Amantes de um bom espetáculo, os EUA fazem isso a cada eleição nas convenções nacionais dos partidos democrata e republicano. Porém, por mais que Donald Trump pareça mais forte do que nunca, ele tomou uma senhora lavada no quesito "número de famosos que me apoiam".

Na festa republicana, em Cleveland, o único famoso que tomou o microfone para defender Trump foi um tal de Scott Baio, que fez Chachi em "Happy Days" (pois é). As bandas que tocaram foram Lynyrd Skynyrd e o Kid Rock. Os republicanos usaram "We Are The Champions" para a entrada de Trump, fazendo com que o grupo Queen pedisse pela segunda vez que eles não usassem suas músicas. #ouch

Republicanos famosos existem (é só pegar 99% dos artistas country ou do interior), mas eles simplesmente se recusaram a fazer parte desta palhaçada chamada "campanha de Trump". Até ex-funcionários do partido expressaram sua tristeza nas redes sociais, questionando como eles deixaram isso acontecer.

Para piorar, a convenção ainda teve o mico do discurso de Melania Trump, esposa de Donald, que plagiou um discurso de 2008 da primeira-dama Michelle Obama. Uma rockstar por si mesma, Michelle deu um bom salto inicial na convenção democrata, em Filadélfia, com uma fala emocionante sobre viver em uma casa que foi construída por escravos.

Entre os discursos defendendo a candidatura de Hillary Clinton, tivemos Meryl Streep, David Schwimmer, Dean Norris (o Hank de "Breaking Bad"), Sarah Silverman (comediante que apoiava Bernie Sanders e disse que era hora de parar de chorar por ele e apoiar Hillary), Chloe Grace Moretz, America Ferrera (a Betty, a Feia americana), Lena Dunham e Eva Longoria, que disse que a frase: "Minha família (mexicana) nunca cruzou uma fronteira. A fronteira nos cruzou".

Entre um discurso e outro, houve shows de Katy Perry (logo antes do discurso final de Hillary), Lenny Kravitz, Alicia Keys, Boys II Men e Demi Lovato, além de um catadão da Broadway, incluindo as estrelas de "Frozen" Idina Menzel e Kristen Bell. Até Deus participou da convenção, com Morgan Freeman narrando o video biográfico de Clinton:

Claro que uma fileira de celebridades não garante a eleição de Clinton, nem faz com que republicanos mudem de ideia. No entanto, jovens desinteressados por política e simpatizantes dos democratas sem vontade de votar podem se mobilizar vendo alguns de seus ídolos defendendo a candidata. 

No dia 8 de novembro, saberemos a resposta.

#USA #hillary #trump #DNC #RNC #katyperry 

Você acha que sabe quais são as capitais desses países. Mas provavelmente errou.

Como assim???

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Você acha que sabe quais são as capitais desses países. Mas provavelmente errou.

Você fica bravo quando algum gringo acha que a capital do Brasil é o Rio de Janeiro? Pois saiba que, provavelmente, você está cometendo o mesmo erro com outras nações. A ideia de que a cidade mais conhecida do país tem que ser a capital está gravada no nosso cérebro, mesmo que a "regra" não se aplique ao nosso próprio país.

Mas chega de conversa. Vamos aos países cujas capitais são trocadas pela maioria das pessoas:

Turquia

A recente tentativa de golpe no país fez com que muitas pessoas percebessem que, não, Istambul não é a capital turca. Este título é de Ancara, que tem 4,5 milhões de habitantes, 10 milhões a menos do que a cidade mais famosa da Turquia. Apesar de ser uma cidade antiga, Ancara tinha apenas 15 mil habitantes quando virou capital. O motivo: Istambul (antiga Constantinopla) estava ocupada pelos Aliados durante a guerra de independência turca. A República foi fundada em 1923. A foto abaixo é de Ancara:

Israel

O grande centro financeiro de Israel é Tel Aviv, mas a capital oficial do país é Jerusalém, a cidade mais disputada do mundo. Como sabemos, uma das consequências do final da Segunda Guerra Mundial foi a fundação de Israel, sendo que Jerusalém seria considerada território internacional. Porém, o país judaico anexou a parte ocidental e oriental. Muitos membros da comunidade internacional entendem Jerusalém Oriental como um território palestino e, por isso, mudaram suas embaixadas para Tel Aviv.

Suíça

Os suíços não trabalham com o termo capital, mas sim com "cidade federativa". É natural pensar que o título ficaria com uma das duas cidades mais populosas do país, Zurique ou Genebra, mas Berna é a verdadeira. Na cidade de apenas 130 mil habitantes, ficam o Parlamento suíço e a sede do Governo Federal. Em uma nação com cinco línguas oficiais, a escolha de Berna em 1848 tinha lógica: pertence à "Suíça alemã", mas é próxima da parte francesa.

Nova Zelândia

É difícil não associar o "irmão" da Austrália a Auckland ou a filmagens de "Senhor dos Anéis", mas a verdadeira capital do país é Wellington. Quando a decisão foi tomada, em 1865, a motivação era escolher um lugar mais centralizado do que Auckland, pelo medo de movimentos separatistas no país. Na época, a cidade tinha pouco mais de 4 mil habitantes. Já Auckland, atualmente, tem 32% da população neo-zelandesa.

Canadá

Okay, esta é a mais conhecida da lista. É Ottawa, não Toronto, Montreal ou Vancouver. Mas você sabe quem fez esta escolha? Foi a Rainha Vitória (sim, AQUELA) em 1857. Sua ideia era colocar a capital longe das grandes cidades, onde protestos e agitações são mais frequentes, e no meio do caminho entre Toronto e Montreal. Além disso, as florestas ao redor de Ottawa protegeriam o local de ataques. Olha que gracinha a cidade:

Marrocos

Não tem como não ser Marrakesh ou Casablanca, certo? Tem, sim. Rabat é a capital marroquina desde a Idade Média. A cidade era o principal ponto de ataque à Ibéria (hoje Portugal/Espanha) e ganhou extrema importância militar e política por isso. Porém, a situação mudou mais perto da Idade Moderna e, atualmente, Rabat tem apenas 500 mil habitantes, enquanto Casablanca tem quase 4 milhões.

África do Sul

Vamos terminar com o caso mais inusitado: o país que tem três capitais! A Bolívia tem duas (Sucre e La Paz), mas o diferencial aqui é que a cidade mais importante sul-africana (Johanesburgo) não é uma delas. Pretória, Cidade do Cabo e Bloemfontein dividem respectivamente os três poderes: administrativo, legislativo e judiciário. Por isso, ao invés de uma imagem da cidade, vou colocar um mapinha mesmo:

Agora pegue seu queixo do chão e se sinta um grande especialista em geografia.

#countries #capitals #cidades #mundo #canada #israel #newzealand #southafrica #switzerland #morocco #turkey 

Hikayeyi okudun
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