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Você acha que sabe quais são as capitais desses países. Mas provavelmente errou.

DeTudoUmPouco
há um ano32 visualizações

Como assim???

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Você acha que sabe quais são as capitais desses países. Mas provavelmente errou.

Você fica bravo quando algum gringo acha que a capital do Brasil é o Rio de Janeiro? Pois saiba que, provavelmente, você está cometendo o mesmo erro com outras nações. A ideia de que a cidade mais conhecida do país tem que ser a capital está gravada no nosso cérebro, mesmo que a "regra" não se aplique ao nosso próprio país.

Mas chega de conversa. Vamos aos países cujas capitais são trocadas pela maioria das pessoas:

Turquia

A recente tentativa de golpe no país fez com que muitas pessoas percebessem que, não, Istambul não é a capital turca. Este título é de Ancara, que tem 4,5 milhões de habitantes, 10 milhões a menos do que a cidade mais famosa da Turquia. Apesar de ser uma cidade antiga, Ancara tinha apenas 15 mil habitantes quando virou capital. O motivo: Istambul (antiga Constantinopla) estava ocupada pelos Aliados durante a guerra de independência turca. A República foi fundada em 1923. A foto abaixo é de Ancara:

Israel

O grande centro financeiro de Israel é Tel Aviv, mas a capital oficial do país é Jerusalém, a cidade mais disputada do mundo. Como sabemos, uma das consequências do final da Segunda Guerra Mundial foi a fundação de Israel, sendo que Jerusalém seria considerada território internacional. Porém, o país judaico anexou a parte ocidental e oriental. Muitos membros da comunidade internacional entendem Jerusalém Oriental como um território palestino e, por isso, mudaram suas embaixadas para Tel Aviv.

Suíça

Os suíços não trabalham com o termo capital, mas sim com "cidade federativa". É natural pensar que o título ficaria com uma das duas cidades mais populosas do país, Zurique ou Genebra, mas Berna é a verdadeira. Na cidade de apenas 130 mil habitantes, ficam o Parlamento suíço e a sede do Governo Federal. Em uma nação com cinco línguas oficiais, a escolha de Berna em 1848 tinha lógica: pertence à "Suíça alemã", mas é próxima da parte francesa.

Nova Zelândia

É difícil não associar o "irmão" da Austrália a Auckland ou a filmagens de "Senhor dos Anéis", mas a verdadeira capital do país é Wellington. Quando a decisão foi tomada, em 1865, a motivação era escolher um lugar mais centralizado do que Auckland, pelo medo de movimentos separatistas no país. Na época, a cidade tinha pouco mais de 4 mil habitantes. Já Auckland, atualmente, tem 32% da população neo-zelandesa.

Canadá

Okay, esta é a mais conhecida da lista. É Ottawa, não Toronto, Montreal ou Vancouver. Mas você sabe quem fez esta escolha? Foi a Rainha Vitória (sim, AQUELA) em 1857. Sua ideia era colocar a capital longe das grandes cidades, onde protestos e agitações são mais frequentes, e no meio do caminho entre Toronto e Montreal. Além disso, as florestas ao redor de Ottawa protegeriam o local de ataques. Olha que gracinha a cidade:

Marrocos

Não tem como não ser Marrakesh ou Casablanca, certo? Tem, sim. Rabat é a capital marroquina desde a Idade Média. A cidade era o principal ponto de ataque à Ibéria (hoje Portugal/Espanha) e ganhou extrema importância militar e política por isso. Porém, a situação mudou mais perto da Idade Moderna e, atualmente, Rabat tem apenas 500 mil habitantes, enquanto Casablanca tem quase 4 milhões.

África do Sul

Vamos terminar com o caso mais inusitado: o país que tem três capitais! A Bolívia tem duas (Sucre e La Paz), mas o diferencial aqui é que a cidade mais importante sul-africana (Johanesburgo) não é uma delas. Pretória, Cidade do Cabo e Bloemfontein dividem respectivamente os três poderes: administrativo, legislativo e judiciário. Por isso, ao invés de uma imagem da cidade, vou colocar um mapinha mesmo:

Agora pegue seu queixo do chão e se sinta um grande especialista em geografia.

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Michael Moore explica por que Trump será o novo presidente dos EUA

DeTudoUmPouco
há um ano23 visualizações
Michael Moore explica por que Trump será o novo presidente dos EUA
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Aqui e ali, alguns democratas já dão sinais de que a batalha está perdida. Um dos mais vocais (e polêmicos) apoiadores do partido, o documentarista Michael Moore bateu o martelo do triunfo de Donald Trump na eleição para a presidência dos EUA. O diretor de "Tiros em Columbine" e "Fahrenheit 9/11" apresentou em seu site cinco razões para a vitória do magnata. Confira quais elas são e se você concorda com elas:

1. Estados democratas estão se "avermelhando".

Moore argumenta que os estados próximos aos Grandes Lagos, como Michigan, Ohio, Pensilvânia e Wisconsin, estão deixando suas raízes democratas de lado. Republicanos têm vencido as eleições estaduais nestes locais desde 2010 (exceto a última realizada na Pensilvânia) e Trump está se aproximando de Hillary na região por dizer que o apoio dos Clintons ao NAFTA (Lembra dele? O Tratado Norte-Americano de Livre Comércio) ajudou a fazer as fábricas da região decaírem. Com estes estados na mão, Trump não precisaria ganhar na Flórida ou no Colorado, locais que geralmente definem o vencedor.

2. Homens brancos estão cansados de perder (risos).

É muito ridículo dizer isso, tendo em vista que homens brancos vencem em tudo praticamente DESDE O INÍCIO DA HUMANIDADE. Mas eles não suportam perder nadinha, nem por um segundo. Os dois mandatos de Barack Obama e até a ascensão de Beyoncé como principal ícone do país são como pequenas facadas nos corações desses mimados. A possibilidade de uma MULHER assumir o cargo é algo que deve ser impedido a qualquer custo. Especialmente quando personalidades feministas apóiam a candidata.

3. Hillary não é empolgante o suficiente para fazer todos que rejeitam Trump votarem.

O carisma da ex-primeira-dama-e-secretária-de-Estado é quase inexistente. Por mais que todo mundo saiba que ela é infinitamente mais preparada do que Trump para o cargo, falta aquele entusiasmo que o casal Obama trouxe às eleições em 2007. Falta empatia por ela. Suas decisões questionáveis quando esteve no governo não ajudam e fazem com que muitos democratas só saiam de casa com a motivação de impedir um louco de habitar a Casa Branca. Mas isso pode não ser um apelo suficiente para tirar todos as pessoas que têm rejeição a Trump de casa para votar.

4. Os eleitores de Bernie Sanders ainda estão chateados.

Não é que a galera que apoiava o Sanders vai deixar de votar. Eles votarão por Hillary e as pesquisas mostram isso. Mas faltará a tal da empolgação que faria essa parcela significativa de pessoas colocar placas na rua, tentar convencer colegas e mostrar entusiasmo no geral com a eleição. 

5. Muita gente pode votar em Trump como uma "banana" para políticos em geral.

É uma situação parecida com a que vemos aqui no Brasil. A filosofia do "é tudo a mesma merda". Quem se decepcionou com os democratas nos últimos oito anos pode ver o voto em Trump como uma "banana" para todo o sistema. Já que isso é um circo mesmo, vamos colocar um palhaço lá. Isso é um pensamento extremamente burro, obviamente, que ignora as drásticas consequências possíveis (Alô, Brexit!). Mas não superestime a inteligência do eleitor comum.

Convencido? Ou ainda acha que Trump será tombado até a hora decisiva? O mundo espera.

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