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‘O Storia quer variar a sua dieta mental’

Storia Brasil
há 18 dias436 visualizações
‘O Storia quer variar a sua dieta mental’
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Painel do Storia na FECAP (Foto: Mário Águas)

Enquanto a maioria das redes sociais aposta em algoritmos que limitam o usuário ao conteúdo que ele espera e com o qual concorda, o Storia quer fazer com que você evolua e saia da zona de conforto. Os jornalistas Marcio Juliboni, Micheli Nunes e Júlia Korte e o videomaker matheus_bosco comentaram a missão da nossa plataforma em bate-papo com alunos da FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), nesta terça (4/10), em São Paulo.

“As outras redes sociais fazem com que vocês mergulhem em um único ponto de vista”, disse Juliboni, um dos nossos escritores de política. “As plataformas mimam demais o usuário. Esses algoritmos são como um chef que, porque você só gosta de doce, faz doce para você todo dia. Nós buscamos naturalmente o conforto. O Storia quer variar um pouco a sua dieta mental”, acrescentou o professor do Mackenzie.

Nosso sistema de coautoria, em que usuários diferentes podem contribuir com a mesma pasta de história, coloca contrapontos no mesmo espaço e promove uma dialética que faz o consumidor do conteúdo repensar suas certezas. “Dentro de cada assunto, você encontra opiniões diferentes”, afirmou Micheli, popular no Storia por abordar temas feministas.

‘O Storia quer variar a sua dieta mental’

Julia Korte e Marcio Juliboni. (Foto: Mário Águas)

Com grande experiência profissional nas mídias tradicionais, Julia também ressaltou a autonomia editorial que ela tem na nossa rede. “Nos grandes veículos, eu ficava limitada a escrever sobre determinados assuntos. No Storia, eu tenho total liberdade”, ela disse. “Eu já ouvi em redação que, se eu quisesse defender pobre, que eu fizesse isso na rua. Isso nunca aconteceria aqui”, revelou.

Para Juliboni, uma ótima maneira de sair da mesmice na produção de conteúdo é questionar as convicções do grupo do qual você faz parte: “Você oferecer uma provocação é criticar a sua panela. A maior honestidade intelectual que você pode ter é criticar a si mesmo. Ter a coragem de colocar o dedo nas suas feridas”.

Bosco, que está no primeiro ano de Cinema na FAAP, destacou a oportunidade de explorar temas que não faziam parte de sua vida. “Se alguém já aprendeu algo com o nosso vídeo de reciclagem, já valeu. Você entra em contato com assuntos dos quais não sabe tanto”, afirmou.

‘O Storia quer variar a sua dieta mental’

Tereza Rangel, Matheus Bosco e Micheli Nunes. (Foto: Mário Águas)

Foram as redes sociais que ajudaram Bosco a divulgar seu documentário e conseguir uma oportunidade profissional no Storia aos 19 anos. “É um belo exercício, porque a gente sempre vai cometer erros. Mas você terá visibilidade para o seu blog”, concordou Julia.

No final do painel, Micheli lembrou do momento em que teve um texto publicado no jornal pela primeira vez e explicou para os estudantes como as possibilidades deles são muito maiores atualmente: “Minha mãe comprou 20 cópias (do jornal), era uma guerra ter algo publicado. Vocês hoje só dependem do conteúdo de vocês. Eu precisei de diploma, arranjar emprego, alguém acreditar em mim. Vocês só precisam baixar um app.”

Storia mostra sua cara em debate com universitários

Storia Brasil
há 19 dias658 visualizações

Nossa festa está enchendo cada vez mais! Promovemos nesta terça-feira (4/10) um encontro com cerca de 90 estudantes da FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) para mostrar que estamos prontos para romper a bolha de informação viciada que a internet se tornou.

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Storia mostra sua cara em debate com universitários

Foto: Mário Águas

"O nosso DNA é conteúdo. Nas outras redes sociais, é seguir o amigo. Na nossa, é seguir assuntos", disse a nossa editora-chefe Tereza Rangel, mediadora do painel, que também contou com os jornalistas Júlia Korte, Marcio Juliboni e Micheli Nunes, e com o videomaker  matheus_bosco.

Nossos produtores de conteúdo discutiram a importância de abrir os horizontes de informação e ouvir vários lados da mesma história. Enquanto as outras redes apostam em algoritmos que deixam os usuários em uma zona de conforto, só lendo pessoas com as quais elas concordam, o Storia quer provocar reflexões e debates saudáveis.

Nosso sistema de coautores de um mesmo assunto é um grande diferencial para construir um conteúdo realmente colaborativo e questionador.

Também deixamos clara a nossa missão de promover este debate sem dar espaço ao discurso de ódio, com respeito a uma liberdade de expressão que não machuque os direitos de outras pessoas.

A facilidade de organizar um portfólio de própria produção de conteúdo no Storia também chamou a atenção dos alunos da FECAP, que elogiaram a proposta da nossa plataforma.

Mais uma bolha rompida. E vamos em frente!

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