Wilson Baldini Junior's story
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Assessora de Schumacher demonstra otimismo

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Durante um evento, que exibiu coleções particulares de Michael Schumacher, Sabine Kehm, assessora de Michael Schumacher heptacampeão mundial, revelou um certo otimismo com relação ao futuro.

“Com apoio contínuo e paciência, um dia ele estará de volta entre nós. Ele é o piloto mais bem-sucedido da história da Fórmula 1 e às vezes, em dias como esse, é bom que ele seja lembrado. É claro, Michael não está aqui e sentimos a falta dele. Sabemos o que aconteceu e não podemos mudar isso”, disse. 

Em dezembro de 2013, Schumacher bateu violentamente a cabeça ao cair durante um passeio de esqui pelos alpes suíços.

Durante meses o piloto alemão ficou internado no hospital em Grenoble, antes de ser levado para outro em Grenoble.  Na sequência, Schumacher foi levado para a sua casa, onde segeu em tratamento intensivo, sem grandes melhoras.

Em outubro de 2015, Jean Todt, atual presidente da Federação Internacional de Automobilismo e um amigo da família Schumacher, declarou que o piloto “ainda está lutando”.

O invencível samurai francês

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Se o futebol teve Pelé e o basquete contou com Michael Jordan, o judô vive a era de Teddy Riner. O enorme francês, de 2,04 metros de altura e 130 quilos de peso, é o fantasma dos tatames pelo mundo e promete assombrar o Rio na busca da segunda medalha de ouro olímpica. 

Invicto na categoria acima dos 100 quilos desde a semifinal da Olimpíada de Pequim-2008, dono de oito títulos mundiais, com um currículo de cem vitórias consecutivas, das quais metade foi por ippon (golpe perfeito), Riner tira o sono dos japoneses. Criadores da arte marcial, os nipônicos não admitem serem superados na principal categoria do judô. Viveram um drama quando o holandês Anton Geesink, gigante como Riner, ganhou a medalha de ouro dentro de Tóquio nos Jogos de 1964.

Agora, perdem o sono todas as vezes que ouvem o nome de “Teddy Bear, Big Ted” nas competições internacionais. Kosei Inoue, tricampeão mundial e medalha de ouro na Olimpíada de Sydney, é o tecnico da equipe masculina. Prepara há cinco anos Ryu Shichinohe, filho de Yasuhiro Shichinohe, um astro do Kyokushin, um dos estilos mais violentos do caratê.

Shichinohe, de 27 anos, disputou duas finais de campeonatos mundiais diante de Riner. Perdeu as duas, mas na decisão de Chelyabinski, em 2014, por pouco não obteve um ippon (golpe perfeito) no fim do combate.

“Já sabemos como vencer Riner. Ele que nos espere no Rio”, disse Inoue, deixando de lado o equilíbrio oriental.

Riner sabe da obsessão japonesa, mas não dá bola. Ele confia demais em sua força, na envergadura de seus braços e pernas, mas principalmente na velocidade e variação de seus golpes.

Big Ted mudou a forma de lutar na categoria dos pesos pesados. Ele não aparenta ter 130 quilos, graças ao pequeno percentual de gordura (cerca de 5%). Com isso, sua explosão muscular faz com que seus golpes sejam praticamente impossíveis de serem defendidos. Harai-Goshi, Uchi-Mata, Ouchi-Gari, Ashi Barai e Osoto-Gari são as suas técnicas preferidas.

Das oito conquistas mundiais, duas delas foram no Rio: 2007 e 2013. “O Brasil e o Rio são muito especiais para mim. Tenho certeza de que vou me sentir muito bem para buscar a segunda medalha olímpica”, disse o judoca que, em ambas as vezes em que se sagrou campeão mundial, aproveitou para festejar bastante na badalada noite carioca.

Apesar de toda a pressão por ser considerado uma medalha de ouro certa para a França, Riner afirmou recentemente que acredita ter um desempenho melhor no Rio do que teve em Londres há quatro anos. “Tinha a obrigação de vencer. Lutei sem correr nenhum tipo de risco. Agora, poderei relaxar um pouco mais, pois a preocupação é dos meus adversários em enfrentar o atual campeão.”

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