Wilson Baldini Junior's story
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China leva atletas do Brasil e investe na Espanha

As empresas chinesas atuam de forma diferente no futebol brasileiro e espanhol. Enquanto aqui o foco são os jogadores e técnicos que se destacam, na Europa os times servem de vitrine para seus melhores produtos.

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Ricardo Goulart e Éverton Ribeiro, dupla de grande sucesso no Cruzeiro bicampeão brasileiro em 2013-2014, preferiu trocar um lugar cativo na seleção brasileira por um contrato milionário para atuar na Ásia.

No fim do ano passado, Jadson, um dos destaques da campanha vitoriosa do Corinthians, também não resistiu à proposta milionária dos chineses. Ele vai atuar ao lado do veterano Luis Fabiano, ex-São Paulo, e os dois vão ser orientados por Vanderlei Luxemburgo no Tianjin Quanjian. Vale lembrar que este é um time de segunda divisão.

Paulinho, herói do Corinthians na conquista da Taça Libertadores e do Mundial de Clubes, em 2012, não teve boa passagem pela Inglaterra, e aceitou ir para o Guangzhou Evergrande trabalhar com Luiz Felipe Scolari, seu comandante na Copa do Mundo de 2014.

Mas se no Brasil os chineses chegam para amedrontar os clubes,, na Espanha eles são a tábua de salvação para acabar com a crise financeira. Os melhores times possuem parcerias com empresas chinesas, confiantes na estrutura do futebol daquele país.

 

Após Rio-2016, esporte vai acabar no Brasil

O brasileiro que gosta de esporte tem de aproveitar até o fim da Olimpíada do Rio. Os Jogos prometem ser sensacionais. 

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Mais de 30 bilhões de reais serão gastos para a construção das arenas e para dar estrutura à Cidade Maravilhosa.

Do exterior vieram técnicos e atletas para melhorar o desempenho de algumas modalidades das quais não temos a menor tradição.

Uma montanha de dinheiro, maior do que o Cristo Redentor, foi colocada nos esportes em que temos chance de medalha. Nunca se viu tanto dinheiro, mas este investimento acaba após os Jogos. E com um detalhe: tudo foi apostado nos atletas de alto nível e nada foi feito pela base.

Aliás, esta não é a primeira vez que isso ocorre no Brasil. Este é um país que não gosta de esporte, gosta do vencedor. Foi assim com o tênis, quando tínhamos Guga. Foi assim na Fórmula 1, quando tínhamos Senna e Piquet.

Por isso, aproveitem as disputas do Rio-2016 , que deverão ser maravilhosas. Depois disso, para se ver esporte de alto nível, só pela TV.

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