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Victor  Zequi
zequihá 5 meses

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Artigos, opiniões e curiosidades sobre o mundo além das cortinas.
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A Resistência - Julián Fuks // Análise Semiótica

Victor  Zequi
há 5 meses9 visualizações

Para a disciplina de Semiótica da ESPM. Só contextualizando, mesmo. Cof cof*

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***

 Em algum instante, no meio do processo de reintegração do hábito de leitura em minha rotina (em parte, motivada pela ilusão de que um redator publicitário teria a liberdade de usar e abusar da literatura em seus Jobs), desenvolvi um hábito masoquista de marcar os livros com orelhas e rabiscos imprecisos. Masoquista; pois entre a lista de três coisas que sempre causaram uma certa repugnância em minha mãe, vigoravam: heavy metal, cigarro e orelha em livros (por incrível que pareça, erva-doce e Kid Abelha estão no outro top 3, coisas de grande afinidade). Cresci então associando orelhas em livros e cadernos a algum tipo de blasfêmia – e a semiótica já começa aqui. Tentei usar post-its para marcar as páginas e periféricos do tipo, mas o esforço era muito grande e eu gastava mais tempo tentando descobrir qual era o lado que tinha cola, do que efetivamente lendo o livro. Acabei sucumbindo às orelhas, e embora me causem pontadas de dor, resolvem o problema muito mais rápido.

 Pouco tempo atrás, pedi emprestado a um amigo o livro A Resistência de Julián Fuks. O enredo me chamou a atenção e ademais, era preciso redigir uma resenha crítica e fazer uma análise semiótica de seu conteúdo. Tudo conspirava a favor da leitura, e encontrando meu amigo (que por algum motivo trajava uma saia escocesa às 14h no metrô Vila Mariana), fui advertido:

— Olha, vê se me devolve essa p*rra aê! Porque eu ainda quero ler.

 E por que estou contando essa história? Ora, pois assim que cheguei em casa, comecei a folhear as páginas. Já havia decidido: “vou me organizar grifando todas as partes do livro em que me saltarem as discussões realizadas em sala de aula”. Entretanto, o livro não era de minha propriedade, e julgava antiético marcá-lo todo sem o consentimento de seu dono. Confesso que logo de cara, comecei a realizar algumas marquinhas discretas a lápis, e até a espalhar, sabiamente, algumas pequenas orelhas, com a justificativa de que apagaria e desdobraria tudo depois. Esse era meu primeiro argumento.

 Mas hoje após a aula, farei o favor de passar na livraria mais próxima e comprar um exemplar intacto do livro para entregá-lo a meu amigo de saia. Isso porque seu (ex)exemplar original está agora deitado em minha cama com dezenas de orelhas e linhas grifadas que atropelam as palavras. Devorei-o em um dia, e ao mesmo tempo em que seria um insulto devolvê-lo dessa maneira a seu dono original, gostaria de guardá-lo em minha modesta biblioteca.

 Pois bem. Iniciemos propriamente a resenha justificando o motivo de todo esse alvoroço. Acontece que o livro de memórias de Julian Fuks é uma imensa miríade de semiótica. Em todas as páginas, a batalha que o autor trava com suas lembranças vem acompanhada de uma luta maçante com a linguagem para tentar atribuir significados a sentimentos que o próprio autor às vezes até desconhece, ou só pode imaginar. De certa forma, é o que acontece em quase todo livro, mas neste diário-romance essa batalha é explicitada por Julián. Aliás, já no primeiro parágrafo isso é evidenciado quando protesta contra a “categorização” que a frase “meu irmão é adotado” evoca em seu irmão, que antes de signo é, nas palavras do autor: “algo, e esse algo é o que tantos tentam enxergar nele, esse algo são as marcas que insistimos em procurar, contra a vontade, em seus traços, em seus gestos, em seus atos.” Depois, conclui: “Meu irmão é adotado, mas não quero reforçar o estigma que a palavra evoca, o estigma que é a própria palavra convertida em caráter”. No capítulo 3 relembra uma vez em que disse à sua prima que seu irmão era adotado (tinha então 5 anos); e então discorre sobre como seus pais teriam dito a seu irmão, uma criança, que era de fato, adotado: “Como transmitir a importância daquele fato, com a seriedade que o assunto exige, sem lhe atribuir um peso desnecessário, sem transformá-lo num fardo que o menino jamais poderá carregar?”. Tudo isso corresponde à construção que existe em torno do fenômeno da adoção, feita complicada pelos adultos e talvez irrelevante aos olhos inocentes de uma criança.

 Ao longo do livro, o autor colocará em jogo sua credibilidade de colocar em palavras tudo o que aconteceu efetivamente. O capítulo 7 é especialmente determinante nisso.

 “Isso não é uma história, isso é história.

Isso é história e, no entanto, quase tudo o que tenho ao meu dispor é a memória, noções fugazes de dias tão remotos , impressões anteriores à consciência e à linguagem (primeiridade), resquícios indigentes que eu insisto em malversar em palavras (síntese). “

 O autor descreve o processo de elaboração de sentido, e ao mesmo tempo em que o faz, critica a si mesmo por “corromper” a realidade por meio da linguagem. “sei bem que nenhum livro jamais poderá contemplar ser humano nenhum, jamais constituirá em papel e tinta sua existência feita de sangue e carne. Mas o que digo aqui é algo mais grave, não é um formalismo literário: falei do temor de perder meu irmão e sinto que o perco a cada frase.”

 O processo narrativo, apesar de constituir o livro inteiro como uma história, também surge nas intervenções do autor. Ele atribui inclusive o processo narrativo a algo que pode interferir na real compreensão de uma história e até torná-la mais confusa, ou tornar real o irreal. Usa como exemplo a forma como sua mãe conta a história de sua família, e que até hoje gera dúvidas em sua cabeça.

 Quando relata um dia em que chutou a porta de vidro da varanda do quarto de seu irmão, sentimos um pouco o impacto que sentira o autor; que revela não se lembrar da imagem da porta se despedaçando, mas a memória de outro sentido do corpo ainda permanece viva: “do ruído não me esqueço, o ruído não me escapa (...)”. Novamente o primeiro impacto que permanece mais quente em sua memória que a cena em si ou o entendimento dela.

 O sonho é também utilizado na narrativa como forma de estabelecer analogias e metáforas. Em algum momento em um de seus sonhos diz: “nos punhos que eu cerrava com força, eu percebia a dimensão de minha raiva.” Associa os punhos cerrados à fúria – Mais à frente, no capítulo 44, recontará uma história evidenciando agora as lágrimas que caíam durante a cena que descreve, pois o choro a ressignifica totalmente. – No sonho, conecta a cama feita do irmão à sua morte. Conexões aparentemente sem lógica que fazem sentido em algum plano da mente quando estamos a sonhar. O sonho é mesmo, afinal, algo pouco racional mas que ao mesmo tempo evoca questionamentos, conclusões e até mesmo pode acessar partes sensoriais do corpo. Agora escrevendo esta resenha – não sei se por ironia de estar escrevendo sobre o livro – me vem à cabeça uma vez em que sonhei bater com o cotovelo num móvel amarelo de sala. Devia ter algo em torno de meus 7 anos. Tentava pegar um brinquedo que estava no chão, atrás do móvel. Bati o cotovelo com força contra a quina de madeira e a dor que sofri fora terrível. Dor essa que inclusive me despertou, e acordei com o braço ainda dolorido. É comum que personagens de sonhos – obviamente criados por nossa cabeça – nos digam coisas que jamais pensamos, ou elaboramos racionalmente. Tudo pois existe uma sopa de informação em áreas não acessadas da mente.

 É muito interessante também a forma como o autor retrata o silêncio em diversas partes do livro, atribuindo ao completo silêncio, o silêncio pela ausência – que contrapõe ao silêncio proposital, já classificando diversos tipos de silêncio – um novo significado. Algo que pode dizer mais que palavras, que pode provocar sentimentos mais intensos que o ruído. Fala sobre o silêncio das fotografias, que nos leva a mentir. Concluir coisas irreais, provocar sentimentos falsos. Aliás, na página 114, evidencia que nem sempre são as palavras que ficam na mente mas a sensação de escutá-las, numa conclusão que consegue sintetizar bem a interpretação dos signos:

 “Foi então que meu irmão se pronunciou como jamais imaginaríamos. Não lembro as palavras que ele disse, palavras menos importantes do que o efeito que produziram”.

 O resto é história e cabe ao leitor descobri-la. O drama familiar – muito bem desenvolvido – é apenas um pretexto para retratar uma época brutal na América Latina, em que a resistência não era apena uma questão de honra, mas de sobrevivência. Todo o caos político e social reflete no cerne da família, nas mais variadas questões, na necessidade de se precisar ter alguém em quem se segurar quando as pernas cambalearem. A Resistência é um livro extremamente envolvedor, e não pude deixar de sentir uma vontade extrema de voltar para as ruas quadriculadas de Buenos Aires e visitar a esquina de Junín y Peña, no bairro da Recoleta (procuro-a no Google Maps e lamento não tê-la cruzado por duas quadras de distância – enquanto percorria a Av. General Las Heras em direção ao que eu pensava ser o cemitério da Recoleta, mas revelou-se sendo a praça Vicénte Lopez). As memórias do livro são fortemente melancólicas e nos tocam a alma. Trazem lembranças nostálgicas; lamentações furiosas; indagações infelizes, sobre uma época em que não se podia sentar à uma mesa e jantar com seus amigos. Traz ainda um questionamento enorme em torno da família: o que faz uma família, família, afinal? O livro nos faz repensar os laços familiares, às vezes frouxos, às vezes sufocantes; a eterna resistência que travamos com nossos entes queridos, ora junto a eles, ora contra, e como mais tarde fica evidente no diário, a que travamos com nós mesmos, muito maior do que qualquer outra. Foi o que fez Julián Fuks nestas 139 páginas – e não há nada mais semiótico que isso.

Por que acreditar no Storia?

Victor  Zequi
há 8 meses3 visualizações

Será que não está na hora de dar uma nova cara à nossa relação com o conteúdo na internet?

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Por que acreditar no Storia?

Hoje fiz um post no meu Facebook apresentando o Storia, e dando minha opinião acerca da forma como nos relacionamos com as redes sociais do momento, expondo até um certo mal-estar que tem crescido em mim nos últimos tempos. Para a minha surpresa, bastante gente se identificou com a mensagem, e logo correu para dar uma olhada nessa plataforma, que ao meu ver, tem um potencial muito grande para ser capaz de reinventar nossa relação com a criatividade, o debate de ideias, e o conhecimento como um todo. A mensagem era mais ou menos essa, espero que vocês também se identifiquem um pouco e que depois de lerem sintam-se ao menos inspirados a dar uma chance para o Storia!:

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Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1240911829324432&set=a.215458835203075.53358.100002168811707&type=3

<< "Esse post aqui é na verdade uma propaganda que eu tô fazendo porque creio ser do interesse de muitos amigos meus aqui! Você que gosta de ler coisa boa na internet e também você que escreve, tem uma porrada de material ou só está com vontade de começar um projeto, mas não sabe bem como ou onde publicar, isso aqui é pra você!

Na verdade isso aqui não é nem propaganda, e sim, publicidade! Se você quiser saber a diferença entre as duas coisas, leia esse texto até o fim! Ja é? Beleza.

Todo mundo já está cansado de saber que o conteúdo que passa aqui pelo Facebook criou asas, virou o Pégasus e mandou as estribeiras pelos ares. É uma chuva de merda. E não me entendam mal, eu adoro ler merda! Mas a situação fugiu completamente do controle. O Brasileiro resolveu transformar a rede social numa grandiosa e fedenta mesa de bar (e eu não estou nem zoando, na maioria dos outros países o Facebook tem um propósito completamente diferente) onde se vê de tudo um pouco, mas na realidade não se vê nada. Aqui tentamos nos informar politicamente, contamos piadas, compartilhamos músicas, fotos que ninguém se importa, fotos que todos se importam etc.

Mas a realidade é que ninguém dá uma foda voadora pro que tá aqui.

Ninguém da uma foda porque nós só lemos a manchete da notícia.

Ninguém dá uma foda porque nós curtimos os textos dos amigos antes de terminar de ler (ou, se terminamos, nem sequer paramos para pensar sobre o que acabamos de aprender).

Ninguém dá uma foda porque nós colocamos "amei" na foto só porque aparecemos nela, e nunca mais veremos aquilo de novo.

Porque é só rolar pra baixo e já vai vir o próximo post, que nós vamos amar eternamente por 3 minutos e meio. Depois nem lembraremos mais...

E isso não está errado! Não se enganem. Isso não é uma pregação contra o Facebook. Eu só estou tentando provar um ponto:

Nós usamos o Facebook para lazer, achando que estamos nos informando. Porque hoje em dia nós estamos perdendo o costume de ler blog, ler jornal, revista, mesmo ver TV. A gente está confortável nessa bolha azul-escuro o tempo todo e pensando que estamos ouvindo e sendo ouvidos, mas na real só estamos fazendo o que sempre foi o objetivo do Facebook ( e aqui entra também o Orkut!): estamos passando o tempo. Ganhando likes e passando o tempo... As redes sociais são um mero passa tempo, e que estão ocupando tempo demais dos nossos dias.

E isso não quer dizer que não tenha gente aqui dispostar a falar coisas relevantes, muito pelo contrário! Tá cheio de gente, coletivos, páginas etc. cheios de coisa pra falar, mas que ficam meio perdidos por aqui, justamente por causa dessa "vibe" que o Face tem.

O Face é uma rede social de relacionamentos. Não de conteúdo. Fomos nós que resolvemos dar a ele essa cara, e agora ele virou um meio termo dos dois que não cheira nem fede.

Beleza, mas e aí? E o que é que podemos fazer?

Olha, acho que se eu falar pra alguém que tenho blogs e sites nos "favoritos" do Google Chrome, e abro um por um pra poder ler o conteúdo, eu recebo uma pedrada. Não estou mandando ninguém fazer isso, porque eu mesmo reconheço que isso já está ficando fora de moda. É chato ter que conferir cada um individualmente... É como a TV. Já é impensável pra mim ter que esperar até exatas 22:30 pra ver tal programa que vai começar, esperar comercial. Não poder pausar o filme pra mijar, etc, etc, etc...

E é por isso que eu queria apresentar a vocês uma pequena iniciativa que me conquistou por sua proposta.

É a "Storia". Ou O "Storia", sei lá. Ainda não deu pra saber o sexo.

O Storia é uma rede social com uma proposta diferente. Cada um tem o seu perfil, e você pode fazer vários posts em sua página. Mas aqui ninguém quer saber aonde você está tomando seu Frapuccino (ou talvez, até queiram!). Nós queremos saber o que se passa na sua cabeça. Queremos saber como foi sua viagem para a Austrália, queremos ler os seus poemas, ler suas histórias, quem sabe até suas tirinhas. Queremos ouvir uma conversa engraçada que aconteceu no seu dia e te provocou alguma reflexão, ou mesmo só queremos saber o que você achou de La La Land.

Todo mundo aqui é um colunista. Você pode falar sobre o que quiser, contanto que tenha o que falar! Depois pode separar isso tudo em pastas, são as suas "Histórias", e aí quem decide é você. Pode separar por temas, por anos, pode criar várias novelas e separá-las ou pode escrever vários diários de viagem. Pode até publicar suas fotos numa história-álbum (quem sabe duas?).

O que importa é que está tudo ali, e tangibilizado. Ao seu alcance. Você não precisa se preocupar com os memes da Inês Brasil ofuscando o conteúdo que você ama de paixão. É só continuar compartilhado eles no Facebook! (Se você quiser, pode criar uma "História" de memes lá também. A página é sua! Tudo depende do que você quer dizer para os outros).

Você pode seguir outros usuários ou se preferir, seguir só determinadas histórias de usuários. E vice/versa! Dessa forma você não perde nada do seu pseudo-escritor (ou quem sabe, seu escritor) favorito. É demais!

É como se fosse uma junção de site/blog com rede social. "Tipo" um Tumblr. Mas mais autêntico. Aqui não existe repost. Queremos que você produza seu próprio conteúdo – caso queira produzir, é claro!

Você também pode comentar nos posts, personalizar seu perfil, anexar videos, imagens etc. Pode até usar o site como portfólio dependendo de seus objetivos. É realmente muito bacana.

O Storia é bem novo mesmo. Saiu em 2014 se não me engano, e o app para celulares acaba de ser lançado. Por esse motivo sinto que é minha obrigação divulgar isso para meus queridos amigos! (Sim, são vocês mesmo). Ainda rolam uns bugs vez ou outra, pode faltar uma coisinha ali ou aqui, mas a interface é linda e como o app está engatinhando, a equipe está totalmente aberta à sugestões, feedbacks, etc. para poder desenvolver melhor ainda o produto.

Uff...

Bom, basicamente é isso! Se você se deu ao trabalho de ler até aqui, acredito que vá gostar bastante da rede social. Queremos gente como você! Ela está muito nova ainda, mesmo (A página Quebrando o Tabu tem trinta e poucos seguidores, apenas). O que significa que agora é a hora para se destacar lá no meio e é nossa missão povoar essa terra. Bora lá galera, vamos dar uma chance à startups como essa. Vamos desenvolver essa criatividade e construir um novo ambiente de troca de conhecimento e informações.

Vocês podem inclusive logar com o Facebook mesmo, ou o Google Plus se não me engano. Ele já puxa quem está usando!

Criei meu perfil lá esse fim de semana, e já tem coisa! A partir de hoje todo o conteúdo que eu quiser postar (contos, textos de opiniões, tirinhas, "críticas" etc) postarei lá. Continuarei avisando algumas vezes aqui, mas a maioria das coisas será postada lá!

Já tem coisa. Cartuns, na minha nova série de cartuns "Os Pós Modernos", tem também uma crônica sobre horóscopo, uma entrevista que eu fiz com a Marise Hansen sobre o livro dela, enfim... Muita coisa legal. Sigam-me, leiam-me e POR FAVOR, contem-me. Contem-me tudo! Quero ler vocês, sugar seus cérebros de canudinho, por favor! Só assim estaremos a salvo, rááá!

Mande isso para seus amigos. E chega junto de gente que você sabe que está louca para falar algo, gente em quem você acredita escrevendo, fala pessoalmente pra ele/ela da ideia e suba alguns degraus na escadinha da amizade. Vou marcar aqui nos comentários todo mundo que eu acho que gostaria bastante da ideia e que eu realmente gostaria de seguir nesse lugar. Galera que faz parte da revista da faculdade, publica pro jornalzinho, cuida do DA, do CA etc etc etc, tá aí uma puta oportunidade foda! Conta pro seu professor, manda ele usar em aula. Cria um perfil pro blog do colégio, dá pra adicionar diversos colaboradores nas histórias e criar algo coletivo. Vamo pra cima...

Só pra terminar esclarecendo o que eu prometi, a diferença entre propaganda e publicidade, é que a propaganda é feita de forma paga, sou eu contando pra você o quão foda eu sou, e achando que você vai acreditar (porque era isso que se fazia nos anos 60). Publicidade é de graça, é notícia, é boca a boca... É resultado sendo percebido. Engajamento. E é por isso, que isso aqui é bom. Ninguém tá me pagando não! Só estou dizendo que é bom, porque acredito no projeto. Tudo nesse mundo precisa de "early-adopters", gente disposta a acreditar em algo antes que todo mundo o faça.

Mark Zuckerberg e seus amigos acreditaram no Facebook.

E aí?

Vamos?

https://storia.me/@zequi/moments >>

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zequi
Não escrevo por dinheiro, mas bem que poderia...