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Todo mundo tem uma história para contar
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Por que acreditar no Storia?

Victor  Zequi
há 9 meses3 visualizações

Será que não está na hora de dar uma nova cara à nossa relação com o conteúdo na internet?

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Por que acreditar no Storia?

Hoje fiz um post no meu Facebook apresentando o Storia, e dando minha opinião acerca da forma como nos relacionamos com as redes sociais do momento, expondo até um certo mal-estar que tem crescido em mim nos últimos tempos. Para a minha surpresa, bastante gente se identificou com a mensagem, e logo correu para dar uma olhada nessa plataforma, que ao meu ver, tem um potencial muito grande para ser capaz de reinventar nossa relação com a criatividade, o debate de ideias, e o conhecimento como um todo. A mensagem era mais ou menos essa, espero que vocês também se identifiquem um pouco e que depois de lerem sintam-se ao menos inspirados a dar uma chance para o Storia!:

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Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1240911829324432&set=a.215458835203075.53358.100002168811707&type=3

<< "Esse post aqui é na verdade uma propaganda que eu tô fazendo porque creio ser do interesse de muitos amigos meus aqui! Você que gosta de ler coisa boa na internet e também você que escreve, tem uma porrada de material ou só está com vontade de começar um projeto, mas não sabe bem como ou onde publicar, isso aqui é pra você!

Na verdade isso aqui não é nem propaganda, e sim, publicidade! Se você quiser saber a diferença entre as duas coisas, leia esse texto até o fim! Ja é? Beleza.

Todo mundo já está cansado de saber que o conteúdo que passa aqui pelo Facebook criou asas, virou o Pégasus e mandou as estribeiras pelos ares. É uma chuva de merda. E não me entendam mal, eu adoro ler merda! Mas a situação fugiu completamente do controle. O Brasileiro resolveu transformar a rede social numa grandiosa e fedenta mesa de bar (e eu não estou nem zoando, na maioria dos outros países o Facebook tem um propósito completamente diferente) onde se vê de tudo um pouco, mas na realidade não se vê nada. Aqui tentamos nos informar politicamente, contamos piadas, compartilhamos músicas, fotos que ninguém se importa, fotos que todos se importam etc.

Mas a realidade é que ninguém dá uma foda voadora pro que tá aqui.

Ninguém da uma foda porque nós só lemos a manchete da notícia.

Ninguém dá uma foda porque nós curtimos os textos dos amigos antes de terminar de ler (ou, se terminamos, nem sequer paramos para pensar sobre o que acabamos de aprender).

Ninguém dá uma foda porque nós colocamos "amei" na foto só porque aparecemos nela, e nunca mais veremos aquilo de novo.

Porque é só rolar pra baixo e já vai vir o próximo post, que nós vamos amar eternamente por 3 minutos e meio. Depois nem lembraremos mais...

E isso não está errado! Não se enganem. Isso não é uma pregação contra o Facebook. Eu só estou tentando provar um ponto:

Nós usamos o Facebook para lazer, achando que estamos nos informando. Porque hoje em dia nós estamos perdendo o costume de ler blog, ler jornal, revista, mesmo ver TV. A gente está confortável nessa bolha azul-escuro o tempo todo e pensando que estamos ouvindo e sendo ouvidos, mas na real só estamos fazendo o que sempre foi o objetivo do Facebook ( e aqui entra também o Orkut!): estamos passando o tempo. Ganhando likes e passando o tempo... As redes sociais são um mero passa tempo, e que estão ocupando tempo demais dos nossos dias.

E isso não quer dizer que não tenha gente aqui dispostar a falar coisas relevantes, muito pelo contrário! Tá cheio de gente, coletivos, páginas etc. cheios de coisa pra falar, mas que ficam meio perdidos por aqui, justamente por causa dessa "vibe" que o Face tem.

O Face é uma rede social de relacionamentos. Não de conteúdo. Fomos nós que resolvemos dar a ele essa cara, e agora ele virou um meio termo dos dois que não cheira nem fede.

Beleza, mas e aí? E o que é que podemos fazer?

Olha, acho que se eu falar pra alguém que tenho blogs e sites nos "favoritos" do Google Chrome, e abro um por um pra poder ler o conteúdo, eu recebo uma pedrada. Não estou mandando ninguém fazer isso, porque eu mesmo reconheço que isso já está ficando fora de moda. É chato ter que conferir cada um individualmente... É como a TV. Já é impensável pra mim ter que esperar até exatas 22:30 pra ver tal programa que vai começar, esperar comercial. Não poder pausar o filme pra mijar, etc, etc, etc...

E é por isso que eu queria apresentar a vocês uma pequena iniciativa que me conquistou por sua proposta.

É a "Storia". Ou O "Storia", sei lá. Ainda não deu pra saber o sexo.

O Storia é uma rede social com uma proposta diferente. Cada um tem o seu perfil, e você pode fazer vários posts em sua página. Mas aqui ninguém quer saber aonde você está tomando seu Frapuccino (ou talvez, até queiram!). Nós queremos saber o que se passa na sua cabeça. Queremos saber como foi sua viagem para a Austrália, queremos ler os seus poemas, ler suas histórias, quem sabe até suas tirinhas. Queremos ouvir uma conversa engraçada que aconteceu no seu dia e te provocou alguma reflexão, ou mesmo só queremos saber o que você achou de La La Land.

Todo mundo aqui é um colunista. Você pode falar sobre o que quiser, contanto que tenha o que falar! Depois pode separar isso tudo em pastas, são as suas "Histórias", e aí quem decide é você. Pode separar por temas, por anos, pode criar várias novelas e separá-las ou pode escrever vários diários de viagem. Pode até publicar suas fotos numa história-álbum (quem sabe duas?).

O que importa é que está tudo ali, e tangibilizado. Ao seu alcance. Você não precisa se preocupar com os memes da Inês Brasil ofuscando o conteúdo que você ama de paixão. É só continuar compartilhado eles no Facebook! (Se você quiser, pode criar uma "História" de memes lá também. A página é sua! Tudo depende do que você quer dizer para os outros).

Você pode seguir outros usuários ou se preferir, seguir só determinadas histórias de usuários. E vice/versa! Dessa forma você não perde nada do seu pseudo-escritor (ou quem sabe, seu escritor) favorito. É demais!

É como se fosse uma junção de site/blog com rede social. "Tipo" um Tumblr. Mas mais autêntico. Aqui não existe repost. Queremos que você produza seu próprio conteúdo – caso queira produzir, é claro!

Você também pode comentar nos posts, personalizar seu perfil, anexar videos, imagens etc. Pode até usar o site como portfólio dependendo de seus objetivos. É realmente muito bacana.

O Storia é bem novo mesmo. Saiu em 2014 se não me engano, e o app para celulares acaba de ser lançado. Por esse motivo sinto que é minha obrigação divulgar isso para meus queridos amigos! (Sim, são vocês mesmo). Ainda rolam uns bugs vez ou outra, pode faltar uma coisinha ali ou aqui, mas a interface é linda e como o app está engatinhando, a equipe está totalmente aberta à sugestões, feedbacks, etc. para poder desenvolver melhor ainda o produto.

Uff...

Bom, basicamente é isso! Se você se deu ao trabalho de ler até aqui, acredito que vá gostar bastante da rede social. Queremos gente como você! Ela está muito nova ainda, mesmo (A página Quebrando o Tabu tem trinta e poucos seguidores, apenas). O que significa que agora é a hora para se destacar lá no meio e é nossa missão povoar essa terra. Bora lá galera, vamos dar uma chance à startups como essa. Vamos desenvolver essa criatividade e construir um novo ambiente de troca de conhecimento e informações.

Vocês podem inclusive logar com o Facebook mesmo, ou o Google Plus se não me engano. Ele já puxa quem está usando!

Criei meu perfil lá esse fim de semana, e já tem coisa! A partir de hoje todo o conteúdo que eu quiser postar (contos, textos de opiniões, tirinhas, "críticas" etc) postarei lá. Continuarei avisando algumas vezes aqui, mas a maioria das coisas será postada lá!

Já tem coisa. Cartuns, na minha nova série de cartuns "Os Pós Modernos", tem também uma crônica sobre horóscopo, uma entrevista que eu fiz com a Marise Hansen sobre o livro dela, enfim... Muita coisa legal. Sigam-me, leiam-me e POR FAVOR, contem-me. Contem-me tudo! Quero ler vocês, sugar seus cérebros de canudinho, por favor! Só assim estaremos a salvo, rááá!

Mande isso para seus amigos. E chega junto de gente que você sabe que está louca para falar algo, gente em quem você acredita escrevendo, fala pessoalmente pra ele/ela da ideia e suba alguns degraus na escadinha da amizade. Vou marcar aqui nos comentários todo mundo que eu acho que gostaria bastante da ideia e que eu realmente gostaria de seguir nesse lugar. Galera que faz parte da revista da faculdade, publica pro jornalzinho, cuida do DA, do CA etc etc etc, tá aí uma puta oportunidade foda! Conta pro seu professor, manda ele usar em aula. Cria um perfil pro blog do colégio, dá pra adicionar diversos colaboradores nas histórias e criar algo coletivo. Vamo pra cima...

Só pra terminar esclarecendo o que eu prometi, a diferença entre propaganda e publicidade, é que a propaganda é feita de forma paga, sou eu contando pra você o quão foda eu sou, e achando que você vai acreditar (porque era isso que se fazia nos anos 60). Publicidade é de graça, é notícia, é boca a boca... É resultado sendo percebido. Engajamento. E é por isso, que isso aqui é bom. Ninguém tá me pagando não! Só estou dizendo que é bom, porque acredito no projeto. Tudo nesse mundo precisa de "early-adopters", gente disposta a acreditar em algo antes que todo mundo o faça.

Mark Zuckerberg e seus amigos acreditaram no Facebook.

E aí?

Vamos?

https://storia.me/@zequi/moments >>

Por que acreditar no Storia?

A influência das Grandes Guerras na Arte.

Victor  Zequi
há 9 meses3 visualizações

Uma reflexão acerca da influência das Grandes Guerras no cenário artístico mundial e brasileiro.

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(título original: A Arte Imita a Vida? artigo de capa publicado  na revista Cognito em julho de 2016, que pode ser lida na íntegra aqui: Cognito )

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A influência das Grandes Guerras na Arte.

Involuntariamente, a primeira imagem que nos vem à cabeça quando falamos em guerra é a de destruição, caos, ruína. As duas Grandes Guerras foram acontecimentos chocantes que marcaram o século passado de maneira histórica, e representaram épocas de terror. O que pouca gente sabe (ou então nunca parou pra notar), é que esses conflitos não influenciaram só a política e as relações sociais contemporâneas, mas também contribuíram para a mudança de rumo que os meios artísticos e culturais tomaram daí em diante.

Até o início dos conflitos, existia um certo consenso global de que a Europa, principalmente devido ao seu passado vanguardista e revolucionário, era quem definia o que era e o que não era considerado ‘’arte’’. A indústria cultural (se é que já se podia usar este termo) girava em torno do continente europeu, que ainda exercia grande influência sobre os países da américa, que colonizados no passado. Entretanto, no final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos consagraram-se como o país mais beneficiado do conflito, expandindo de maneira drástica o seu poder econômico, o que resultou no desenvolvimento intenso do capitalismo.

A partir daí, o continente americano passou a ter um poder cultural muito maior, e que em pouco tempo se expandiu para o mundo inteiro. A Crise dell’arte comme scienza europea, como é chamado esse acontecimento, é auto-explicativa: a velha unanimidade da arte como exclusividade europeia já não era mais válida. A Guerra Fria já acontecia, e na bipolarização mundial que envolvia o confronto entre o capitalismo e socialismo, expandiu-se frenéticamente a publicidade e propaganda nos Estados Unidos, o que provocou um ‘’renascimento’’ da indústria cultural, e que acabou influenciando todo o mundo, e foi o que abriu as portas para o que viria a ser um processo de definição de identidade de muitos países da América Latina, inclusive o Brasil.

Muitos desses países ainda carregavam os arcaísmos decorrentes da era colonial: arquitetura, trajes, pintura e até mesmo a literatura eram muito semelhantes ao que havia sido ‘’importado’’ da Europa, pelos colonizadores. O pós Segunda Guerra é o que irá definir uma nova imagem da América Latina, que vai se transformar em um continente criador de sua própria cultura, inspirado no modelo norte-americano. No Brasil, é exatamente nessa época, a partir dos anos 50, que a modernidade de raíz brasileira se efetiva.

A industrialização do país deixa para trás a identidade de um país secular rural e possibilita a transição para um país urbanizado. São Paulo assume o papel de cidade em desenvolvimento crescente e veloz, que atrai uma grande mão de obra interna, e transforma-se no ícone de metrópole industrial da América Latina. Embora a cidade já tivesse manifestado uma primeira formulação do modernismo em 1922, com a Semana da Arte Moderna, é apenas nos anos 50 que o Brasil começa a se inserir no panorama artístico global. Com a criação da Bienal de São Paulo, em 1951, que no mesmo ano premiou o artista suíço Max Bill por sua obra geométrica e abstrata, as tendências construtivistas ganharam reconhecimento em solo brasileiro. Em São Paulo, o concretismo paulista foi o que precedeu uma primeira organização de uma arte abstrata construtiva em solo brasileiro. Em solo carioca, o Grupo Frente ganhou força e destaque.

No Rio de Janeiro, o processo foi parecido. Ao fim dos conflitos, a cidade passa a se desenvolver em torno de um espaço de experimentação artística intenso e com um conceito inédito e autêntico: o de uma América jovem , intensa e dinâmica. Isso transforma a então capital do país na primeira metrópole tropical da América Latina com uma influência cultural grande. O Rio se reinventou e tornou-se uma cidade de convivência praiana que contagiou toda a população. Aos poucos, os cariocas foram deixando de lado as lãs e tecidos de seda trazidos pelos colonizadores, para dar lugar ao clássico algodão e linho, tão populares hoje. O mar, que para os europeus sempre fora um obstáculo, torna-se espaço público de lazer desfrutado pelos cidadãos, e a bossa-nova toma conta da cena musical fluminense. Tudo isso faz parte do processo de concretização e criação de uma identidade própria da cidade que estimulou as demais localidades do país a criarem asas.

Uma das principais fontes de expressão da arte brasileira durante esse período, foi a arquitetura. Todo esse reaproveitamento do espaço urbano requiriu uma revitalização das cidades e, aproveitando-se da influência do concretismo e construtivismo, o Brasil se destacou mundialmente por sua nova face arquitetônica, deixando pra trás a tradicional influência europeia. O fim dos conflitos mundiais foi de extrema importância para a efetivação desse movimento que evidenciou a modernização urbana, isso porque o pós guerra abriu espaço para grandes debates que botavam a questão democrática no centro, e muitas das novas construções foram projetadas com isso em mente.

A influência das Grandes Guerras na Arte.

No Rio de Janeiro, a criação do Museu de Arte Moderna foi motivada pela necessidade de um museu que tivesse como tarefa primordial, a educação das massas, e que pudesse, além de expôr as novas linguagens de arte que surgiram no pós guerra, especialmente as abstratas, fazer funcionar também uma escola que pudesse conscientizar a população e conseguisse se relacionar com os cidadãos, para que o estudo acerca da arte deixasse de ser tratado de forma burocrática e acessível à todos. Toda a cidade se desenvolveu ao redor do ideal de uma capital de grande capacidade econômica e laboriosa, mas que ao mesmo tempo possibilitasse um cenário de descontração e vanguarda cultural. Como classificou Lucio Costa em sua obra Registro de uma vivência: ‘’Cidade planejada para o trabalho ordenado e eficiente, mas ao mesmo tempo cidade viva e aprazível, própria ao devaneio e à especulação intelectual, capaz de tornar-se, com o tempo, além de centro de governo e administração, um foco de cultura dos mais lúcidos e sensíveis do país’’.

A própria construção de Brasília, para sediar a nova capital do país, só se deu devido às ideias botadas em cheque durante esse período no Rio. Novas concepções, projetos e tendências possibilitaram o surgimento de uma nova pauta em relação à convivência política no país, e que levou o majestoso arquiteto Oscar Niemeyer, escolhido pelo então presidente Juscelino Kubitschek, a abrir, em 1957, um concurso público para o plano piloto de construção da cidade (aonde foi vencedor o projeto apresentado por Lucio Costa).

Em São Paulo, o concretismo inspirou a criação de diversas obras arquitetônicas invejáveis e revolucionárias, dentre as quais se destaca a vida e obra da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. A construção do MASP (Museu de Arte de São Paulo) foi pensada visando também a democratização do ambiente público. A tarefa do arquiteto em um país novo é justamente a de criar uma identidade autêntica e inovadora, que possa fazer parte do cotidiano de seus cidadãos. Mais uma vez, isso sofreu intensa influência do período de pós guerra. O vão cujo qual o museu se impõe robustamente foi a maneira encontrada pela artista de viabilizar uma convivência pública, e uma praça para o debate de ideias. O vão do MASP é quase sempre ponto de partida de manifestações políticas e sociais, e concentra diversas expressões e performances de ativistas e artistas o tempo todo, em meio ao caos urbano. Além disso, o museu foi o primeiro do país a acolher as tendências artísticas que surgiram após a Segunda Guerra Mundial, e hoje possui a coleção de arte ocidental mais importante e abrangente da América Latina.

Esse ideal foi essencial para a continuidade e expansão dos movimentos culturais no país, mas principalmente no próprio cenário paulistano. Em 1982 a mesma Lina Bo Bardi inaugurou o SESC Pompeia, centro de divulgação e ensino cultural, também com forte influência concretista, que contou com a apresentação de bandas da cena musical punk paulistana, como Ratos de Porão, Cólera e Inocentes.

Hoje em dia a cidade ainda carrega essa influência no meio artístico, como foi o caso do festival do Mês da Cultura Independente, realizado em setembro de 2015, que promoveu os mais diversos projetos artísticos e integrou-os à cidade, lotando o Vale do Anhangabaú. No Rio de Janeiro, o projeto Estação da Música, em 2014, levou diversas bandas a se apresentarem nas estações de metrô, mais uma vez evidenciando a preocupação com a democratização do espaço urbano.

Uma indagação que constantemente assola o universo artístico é a dúvida: A arte imita a vida? Ou é a vida que imita a arte? A resposta está na própria pergunta, e não elege vencedoras: a arte faz parte da vida, e a vida faz parte da arte. Uma não respira sem a outra, e se a arte como a conhecemos e estudamos hoje, mudou devido aos conflitos que presenciamos, só a fez para poder mudar o mundo que ronda. E esse mundo, que hoje é colorido de um jeito, já não é mais colorido como um dia fora. E o futuro só virá, não sabemos quando, para poder então dar continuidade a esse ciclo e manter a arte viva e respirando, para que essa volte a revolucioná-lo.

A influência das Grandes Guerras na Arte.

A arte é a aprendiz do passado, concretizadora do presente e eterna lapidadora do futuro.

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zequi
Não escrevo por dinheiro, mas bem que poderia...