Bolsonaro pode sofrer punição severa por má conduta no Trânsito

Bolsonaro cometeu infração gravíssima no trânsito e pode ter carteira de habilitação suspensa.

O presidente Jair Bolsonaro passou o feriado de Páscoa a passear pelas praias do Guarujá, litoral de São Paulo. Durante o passeio, resolveu aventurar-se como motociclista.

No entanto, o que chamou a atenção não foi o fato de o presidente estar pilotando uma moto, mas uma infração que cometeu durante o trajeto.

Qual a infração que Bolsonaro cometeu?

A véspera do domingo de páscoa, o que era para ser um simples passeio de moto, causou polêmica nas redes sociais. O presidente postou um vídeo no Twitter onde passeava de moto pela cidade.

Muito eufórico com a presença de apoiadores, acabou desrespeitando as leis de trânsito. O fato é que Bolsonaro cometeu uma infração muito comum entre motociclistas: pilotar com o capacete levantado, apenas apoiado na testa.

No entanto, este ‘descuido’ cometido pelo presidente, é regulamentado pelos incisos I II do artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro, como infração gravíssima. E o presidente

poderá sofrer punição severa por má conduta no trânsito.

O caso de Bolsonaro se encaixa em: mau uso do capacete, ausência de viseira diante dos olhos, com veículo em movimento, ou a falta de fixação do capacete, o que denota a infração de trânsito.

Não apenas por ser pessoa pública, mas por ocupar o cargo de maior autoridade do país, o presidente Jair Bolsonaro deveria estar atento a este deslize.

Pilotar motocicleta com capacete sobre a cabeça, sem estar fixado como se deve, sem viseira ou com viseira levantada é tão grave quanto andar sem. Há casos em que o mau uso pode agravar ainda mais um acidente.

Portanto, tal atitude de Bolsonaro configura-se em uma negligência e um descumprimento de regras básicas de trânsito.

Como consequência de sua

má conduta no trânsito,
o presidente poderá perder 7 pontos na carteira, sofrer multa de R$ 191,54. Até mesmo ter a habilitação recolhida e a suspensão do direito de dirigir pelo período de um a três meses de acordo com a legislação.
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