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Estamos vivendo uma recessão?

Considerada pelos historiadores como a pior década, os anos 80 do século XX ficou conhecido no Brasil como a “década perdida”.

Entre os fatores que colaboraram para a grande queda, estão os investimentos sem planejamento do Governo Militar (1964-1985), a falta de uma moeda forte no país, e os altos juros, principalmente decorrentes de empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI), o que fez o país chegar aos anos entre 1985 e 1992 com inflação que chegava na casa dos 1000%.

Quem viveu essa época, pode estar revisitando a memória nos anos compreendidos entre 2011 e 2019. A segunda década do ano 2000 pode trazer o “mal” da economia dos anos 80 de volta aos brasileiros desta geração.

Para analistas, é possível afirmar que o país se encontra em uma recessão e, desta vez, pior que a dos anos 80, já que, naquela época, o Produto Interno Bruto (PIB) entre 1981 e 1990 teve uma média de 1,6% ao ano. Já nesta segunda década do século XXI, que chega ao fim no próximo ano, o crescimento atual é de apenas 0,8%.

Entre as causas estão o alto gasto dos investimentos do Governo, cuja as contas públicas encontram dificuldades para serem fechadas, e o alto índice de desemprego no país, que bate a marca de 13 milhões de pessoas em busca de postos de trabalho.

Retrospectiva do PIB em outros anos da década

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu em um ritmo lento no país, registrando, em alguns anos da série histórica entre 2011 e 2018, picos negativos.

O ano pré-crise (2013), foi o que registrou uma boa alta, de 3%, e o que também teve efeitos positivos mais relevantes desde 2010, quando o PIB atingiu 7,5%, recorde histórico para a série.

Entretanto, entre os anos de 2014 a 2018, marcas negativas tornaram-se comuns ao PIB, como nos anos de 2015 e 2016, cuja marca foi de -3,5%. Estes dois anos foram os piores anos da crise, o que explica, em parte, essa marca.

Já entre os anos de 2017 e 2018, houve leve crescimento de 1,0% e 1,1%, considerado estável para os analistas, o que comprova que as mudanças proporcionadas pela Reforma Trabalhista em 2017 não foram o fator essencial para a retomada rápida do crescimento, conforme defendia o Governo Temer, naquele ano.

Afinal, vamos nos recuperar?

De acordo com analistas, a recuperação na economia depende de dois fatores, no contexto em que o Brasil se encaixa:

A primeira delas é a diminuição dos juros para que o empresário brasileiro sinta confiança em investir, o que não está acontecendo até o momento, mesmo em pacotes de incentivo do governo. A outra é a Reforma da Previdência, que pode tirar, a médio e a longo prazo, o rombo das contas do governo, e partilhar a conta com a sociedade.

Segundo os especialistas na área econômica, entretanto, a Reforma da Previdência em si não pode ser usada como único argumento do Governo para a retomada do crescimento.

A baixa nos juros, conforme dito anteriormente, é essencial para a geração de empregos e o poder de compra do brasileiro.

Soma-se a isso também a necessidade de se investir em qualificação para aumentar a produtividade, fato essencial para que se contrate pessoas qualificadas para garantir a mão de obra.

Com todas essas características, podemos esperar que o crescimento, mesmo que de forma gradual, atinja o país em poucos anos, e o bem-estar do brasileiro possa voltar aos níveis de normalidade de antes dos anos da crise.

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