SEGUE
Recentes

Economia e Negócios Coleção

aconteceuaconteceu
5 Historia
0 Seguidor
0 Compartilhar

Setor automobilístico tem recuperação no mês de junho, mas exportações declinam

Dados são de acordo com a Fenabrave

A Federação Nacional do Setor Automobilístico no país (Fenabrave) divulgou recente relatório sobre a situação da venda de veículos no mês de junho e o fechado para o primeiro semestre de 2019.

De acordo com a associação, quase metade dos emplacamentos de veículos novos foram resultantes de vendas diretas. O balanço geral dos meses entre janeiro e junho de 2019 registrou alta de 45,6%, de acordo com a Fenabrave.

Entre as pessoas que tiveram destaque, estão os frotistas e empresas locadoras de veículos, que atingiram 23% das vendas. Já as registradas pelo varejo tiveram uma alta de apenas 2%.

Ainda de acordo com a empresa, dentre os modelos que registraram mais saídas parta os consumidores, estão o

Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr., a crise econômica da Argentina, país vizinho ao Brasil, foi um dos responsáveis pelo sucesso das vendas diretas. Como as exportações ao país vizinho reduziram drasticamente, sobraram lotes que acabaram abastecendo a demanda interna.

Por outro lado, as exportações do setor declinam

Se por um lado, o Brasil tem motivos de sobra para comemorar a alta nas vendas de veículos novos, bem como novos emplacamentos no primeiro semestre deste ano, por outro não podemos dizer o mesmo das exportações para o período.

As exportações de veículos (aqui incluídos os do setor agrícola fabricados no Brasil) fecharam o semestre com baixa de 2%. Entretanto, apesar do recuo nacional, a Anfavea espera que o setor de máquinas feche o ano com alta de 10,9% nas vendas, 2,5% nas exportações e 0,5% na produção.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes, atribui os resultados a mudança de tempos na economia brasileira. “Estamos no intervalo de um jogo que tem dois tempos. Com os indicadores que temos de inflação baixa, taxa de juros em queda e aumento de crédito, é possível apostar em um segundo semestre positivo”, ressalta Moraes.

O especialista também credita um segundo semestre positivo, caso outros fatores de interesse tanto do Governo, quanto dos trabalhadores em geral, estejam alinhados, como a Reforma da Previdência. “Não só de uma reforma robusta da previdência, mas de outras reformas que tragam de volta os empregos e a confiança dos consumidores e investidores”, afirmou. “O Congresso Nacional tem de dar mais ouvidos ao ‘lobby’ da legião de desempregados e subempregados”, completa Morares.

0