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Resultados da poupança são positivos para o mês de junho

Pela segunda vez em 2019, aplicações superam retiradas no mês

Com a economia do país em baixa, reflexos da grande crise que o país vem atravessando desde 2014, a semana passada terminou com uma ótima notícia para aqueles que gostam de aplicar em investimentos, em especial, em sua forma mais tradicional, na poupança.

Pela primeira vez no ano, as aplicações superaram as retiradas previstas para o período.

Nos seis primeiros meses do ano, entretanto, o saldo ainda se mostra negativo, com R$ 14,499 bilhões.

O mês é o segundo em que as aplicações superaram os saques, o outro mês em que houve equivalência foi o mês de maio, quando os depósitos superaram os saques em R$ 1,852 bilhão.

Facilidades

Apesar de existirem outras formas de rendimento que rendem mais a longo prazo, uma das razões para que o brasileiro prefira aplicar na poupança ainda é a sua grande facilidade em se obter o saque, diferentemente de outras como o Tesouro Direto e demais fundos de investimentos a médio e longo prazo que, entre outras coisas, cobram juros de acordo com a taxa do período, além de tributação do Imposto de Renda, em alguns.

No entanto, especialistas no assunto recomendam que, mesmo que cobrem juros, quem tiver uma reserva, mesmo que seja pouca, comece a procurar formas mais rentáveis de se guardar o dinheiro, pensando em formar um fundo futuro.

Um exemplo de como o brasileiro pode aplicar de formas simples, e não precisando de quantias volumosas é o Tesouro Direto. O fundo, existente desde 2002, permite que, com uma aplicação de R$ 30,00, a pessoa poder ter juros que variam entre 2% a 7,5% ao ano, o que pode render boas quantias ao final de um período em que ela deixar o dinheiro reservado.

Os especialistas recomendam também que, caso a pessoa tenha interesse em fazer esse e outros tipos de rendimentos a longo prazo, procure uma pessoa ou financeira, para se informar antes sobre taxas, juros e período de aplicação.

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