Equipe de Fórmula 1 aposta em colombiana para desenvolver seu carro

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9não conhecia nenhuma mulher capaz10gostaria de ver mulheres na F111

Ainda não é sabido se a colombiana vai pilotar o modelo C36 nas pistas esse ano, mas é bem provável, já que é uma regra no programa de jovens pilotos. Tatiana é a sétima mulher a ganhar chance numa das modalidades mais machistas que existem: a Fórmula 1. Antes dela, Maria Teresa de Filippis (1958 e 59), Lella Lombardi (1974 a 76), Divina Galica (1976 a 78), Desiré Wilson (1980), Giovanna Amati (1992) e Susie Wolff (2015) passaram pela categoria.

Que a jovem puxe a fila para mais mulheres no F1 e acabe com esse machismo ignorante de Ecclestone.

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