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O uso da maconha é mais antigo do que imaginávamos

Em um cemitério de 2,5 mil anos atrás na Ásia Central, arqueólogos encontraram as evidências primordiais e diretas de consumo humano de maconha como uma droga, na China ao longo da Rota da Seda identificaram resíduos de maconha altamente potente, estavam em peças de madeira cravados com pessoas que viveram nesta região.

De acordo com a pesquisa publicada no periódico Science Advances pelo pesquisador da Universidade da Academia de Ciências Chinesa e coautor do estudo, Yimin Yang que declarou que é a amostra mais antiga de cannabis fumada.

Apesar de ter sido identificadas plantas e sementes de maconha em outros sítios arqueológicos no mesmo período e região, em geral, não está claro, se a planta multifuncional era utilizada para rituais ou efeitos psicoativos.

Não foi encontrada nenhuma evidência de cachimbos ou objetos semelhantes na Ásia antes do primeiro contato com o Novo Mundo na era moderna, porém a inalação de fumaça de cannabis proveniente de uma fonte de aquecimento é retratada, no século 5 a.C., pelo historiador grego Heródoto.

O uso da Cannabis e seus efeitos

Alguns dos efeitos da maconha, ela pode promover, de maneira geral, uma diminuição da atividade motora, porém, dependendo da dose a reação também pode ser oposta, levando a uma sensação de euforia e intensificação dos movimentos.

O uso da droga, no primeiro contato pode causar um aumento da frequência cardíaca, aumento do apetite e diminuição da temperatura.

Quanto aos efeitos no humor do usuário, a droga tanto pode provocar relaxamento e calma quanto uma sensação de angústia e ansiedade.

Outros efeitos, pode prejudicar, principalmente a memória de curto prazo e também a chamada memória de trabalho.

Dependência

Não existem por enquanto estudos clínicos que demonstrem, de forma concisa os mecanismos de dependência. O que se sabe é que de 5% a 8% dos usuários da droga ficam dependentes.

A porcentagem é baixa se comparada a outras substâncias.

Uso terapêutico

Estudos mostram, a eficácia da droga para reduzir dores neuropáticas em várias doenças, como esclerose múltipla.

Os efeitos analgésicos da maconha podem, inclusive, substituir medicamentos como a morfina em casos em que o paciente desenvolve intolerância ao fármaco.

A eficácia do uso terapêutico da maconha está comprovada, ainda, para reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia contra o câncer, amenizando náuseas e vômitos.

Em caso de glaucoma (lesão do nervo óptico), a Cannabis pode ter efeito redutor da pressão intraocular. Para quem tem epilepsia, estudos mostram que medicamentos à base de canabidiol podem ter efeitos anticonvulsivantes.

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