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Prêmio Ig Nobel 2018 celebrou as descobertas mais inúteis

O Prêmio Ig Nobel é um prêmio dado para a descoberta científica mais bizarra do ano. Os prêmios são entregues para honrar estudos e experiências bem estranhas.

Dez troféus foram dados a grupos de pesquisadores, em categorias de medicina, química, economia, antropologia entre outras.

Quem ganhou o Prêmio Ig Nobel em 2018?

Na medicina, quem levou foram os pesquisadores e urologistas Marc Mitchell e David Wartinger, ambos norte-americanos. Eles testaram o efeito de passeios em uma montanha-russa na velocidade de saída de pedras nos rins — e descobriram que, em alguns casos, a força-G pode ajudar mesmo.

Em resumo, as viagens nos bancos da frente não foram tão bem-sucedidas, com apenas 4 das 24 pedras nos rins saindo. Já as feitas nos bancos de trás surpreenderam: 23 dos 36 cálculos renais passaram com sucesso.

Já na antropologia os ganhadores foram Tomar Persson, Gabriela-Alina Sauciuce e Elainie Madsen. O estudo foi conduzido no Zoológico de Furuvik Zoo, na Suécia, e publicado em agosto do ano passado depois de 52 horas de observação.

Eles conseguiram provas em um zoológico de que não só os seres humanos que imitam chimpanzés: o contrário também acontece com frequência. E as imitações são até boas, na avaliação dos pesquisadores.

Ganhadores das outras categorias

Thea Blackler, Rafael Gomez, Vesna Popovic e M. Helen Thompson, levaram o prêmio por documentar que a maioria das pessoas que usa um produto complicado de fato não lê o manual.

O pesquisador James Cole sobre canibalismo. A pesquisa, apesar de estranha, ajudou a provar que as dietas canibais do passado não eram motivadas exatamente pelo valor nutricional, e sim por algum tipo de ritual mesmo.

Os pesquisadores Francisco Alonso, Cristina Esteban, Andrea Serge, Maria-Luisa Ballestar, Jaime Sanmartín, Constanza Calatayud e Beatriz Alamar, da Colômbia e da Espanha, foram descobrir o quanto trânsito faz as pessoas xingarem.

John Barry, Bruce Blank e Michael Boileau levaram o prêmio na categoria pelo relato no estudo “Monitoramento da Tumescência Peniana Noturna com Selos” (título em tradução livre), publicado ainda em 1980.

Os pesquisadores Lindie Hanyu Liang, Douglas Brown, Huiwen Lian, Samuel Hanig, D. Lance Ferris e Lisa Keeping levaram o prêmio por analisar a eficácia dos bonecos de Vodu nas mãos de funcionários querendo se vingar de chefes abusivos.

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