Mês do orgulho LGBTQI+: Diversidade não é uma novidade

Mês do orgulho LGBTQI+: Diversidade não é uma novidade

Mês do orgulho LGBTQI+: Diversidade não é uma novidade

No mês do orgulho LGBTQI+, temos muito com o que nos orgulhar, é tempo de comemoração. Além disso, é preciso pensar sobre assuntos da comunidade. A diversidade não é novidade, está conosco desde o início dos tempos, e neste artigo você saberá mais sobre a diversidade sexual nas civilizações e as categorias que, mesmo hoje, ainda são invisibilizadas.

A heterossexualidade era mesmo a norma na antiguidade?

Assim como a heterossexualidade sempre existiu, a bissexualidade e homossexualidade também, e, apesar de a nossa cultura ser de viés lgbtfóbico desde muito tempo, outras culturas consideravam a diversidade sexual algo plenamente normal.

Sociedades da Grécia e Egito, por exemplo, aceitavam o comportamento homossexual como parte de sua cultura, enquanto outros polos do Planeta Terra o condenavam como algo imoral e pecaminoso.

Variedade do comportamento sexual nas civilizações

A diversidade sexual era não só aceita como também considerada parte da cultura de determinados lugares, como o Egito e a Grécia.

No Egito, por exemplo, há documentos que sugerem indiretamente a homossexualidade do faraó Akhenaton. Há figuras dele em posição íntima com seu companheiro.

Na Grécia antiga, a união homossexual era tratada de forma semelhante à relação esposo-esposa, tornando a sociedade muito mais evoluída nesse aspecto do que outras partes do mundo nos dias de hoje.

Na Idade Média, também há registros de respeitabilidade em relação à homossexualidade, sugerindo que foi apenas na Alta Idade Média, com o Código de Justiniano de 533 d.C., que surgiram comportamentos intolerantes à população homossexual e bissexual.

Quais categorias seguem invisibilizadas?

Apesar de incontestáveis avanços para a população gay e lésbica — avançou que ainda não são suficientes —, outras categorias seguem invisibilizadas, ou, pior: estereotipadas, marginalizadas e não entendidas.

Bissexuais e pansexuais ainda recebem associações com a indecisão e a promiscuidade — quando sexualidade nada tem a ver com caráter —, mulheres transexuais e travestis são extremamente marginalizadas tendo uma expectativa de vida curtíssima, pois o Brasil é um dos países em que elas mais morrem vítimas de violência transfóbica. Os homens trans sofrem de invisibilização e suas pautas costumam ser engolidas no meio das outras.

Estas categorias, junto com o A da assexualidade e o I da intersexualidade são em geral incompreendidos — até mesmo para pessoas dentro da comunidade LGBT.

Seja o primeiro a curtir!

Comentários

avatar

As pessoas também curtiram

500x500
500x500