OPINIÃO: Não atirem na educação
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OPINIÃO: Não atirem na educação

OPINIÃO: Não atirem na educação

Parece que o Brasil chegou em um nível distópico. A imagem acima mostra uma placa colocada no teto de uma escola do Complexo da Maré, no Rio.

Na última semana, mais precisamente no dia 4 de Maio, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, sobrevoou Angra dos Reis de helicóptero. O político estava no mesmo veículo de onde snipers atiraram contra a população.

Isso foi feito em uma ação da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) da Polícia Civil. Dois dias depois, na segunda-feira (6), a mesma corporação foi responsável por uma operação onde 8 pessoas foram mortas.

A Polícia Civil informou que dois homens foram presos, e houve apreensão de sete fuzis, pistolas e granadas. Muitas pessoas denunciaram que a operação ocorreu no momento em que crianças estavam saindo da escola, os jovens tiveram de se esconder em meio ao tiroteio.

Pouco tempo atrás, durante uma operação onde suspeitos de matarem Marielle Franco eram investigados, 117 fuzis incompletos foram encontrados em um condomínio na Zona Norte do Rio. Foi a maior apreensão da história do estado, porém, militares não chegaram atirando contra a população.

Tentando evitar essas balas perdidas, o Projeto Uerê, responsável por auxiliar crianças e adolescentes traumatizados pela violência, usaram uma placa com os dizeres “Escola. Não atire”. Isso é no mínimo triste.

OPINIÃO: Não atirem na educação

Todo esse dilema ocorreu na mesma semana em que o presidente Jair Bolsonaro assinou o novo decreto que permite que menores de idade pratiquem tiro, desde que haja permissão de um responsável.

Também na mesma semana, o Ministério da Educação anunciou que fará um corte de 30% na verba de instituições federais. É impressão minha, ou parece que o governo está destruindo a educação do país? Foi uma pergunta retórica.

Lembrando que tudo isso ocorreu apenas nessa semana, além de várias outras declarações estúpidas de membros do governo. Tudo isso que está acontecendo no país chega a ser surreal, países autoritários e até mesmo em "guerra" não passam por isso.

“Eu não acho q a Educação do Brasil vai sobreviver 4 anos. De verdade.”

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