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Dados do IBGE mostram leve recuperação no mercado de trabalho do país

Os dados

A última pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última quarta-feira (26 de junho), trouxe um alívio para os brasileiros, mas a tão sonhada saída do desemprego, ainda está longe para a maior parte deles.

Os dados revelam que, 1,2% passaram a trabalhar de forma assalariada no primeiro trimestre de 2019, compreendidos pelos meses de janeiro a março, ou seja, pelo menos 1,1 milhão de pessoas saíram da informalidade.

Preocupação

No entanto, mesmo com o franco crescimento, os dados não são motivo de comemoração. Só no Brasil, há em torno de 13 milhões de desempregados, segundo os dados divulgados pelo mesmo instituto no mês de maio, o que reforça a necessidade do governo investir em Políticas Públicas de geração de empregos.

A crescente demanda vem sendo puxada principalmente pelo setor de serviços, que dispensou mais de um quarto de seus trabalhadores nos últimos quatro anos, em especial, entre os anos e 2015 e 2016, considerados os piores anos da crise.

Especialistas ressaltam que, se os números continuarem crescendo de forma tímida no país, é possível que os primeiros sinais de recuperação da economia só venham, de fato, no ano de 2021.

Governo Bolsonaro

Outro fator é que o governo, desde que assumiu o trono em 1º de janeiro, até o presente momento não apresentou uma proposta convincente de geração de empregos, o que faz com que a confiança das pessoas nas políticas em torno da geração de empregos caia.

O resultado também serve de parâmetro para que mostre ao governo, a causa de muitos desalentados (pessoas que desistem de procurar emprego, entre outros motivos, por falta de perspectiva) de não conseguirem em um curto espaço de tempo.

Já os que estão conseguindo retornar ao mercado de trabalho, acabam tendo que aceitar empregos com salários muito menores daqueles que eram pagos da última vez que estavam assalariadas. A consequência é muitos cidadãos trabalhando menos do que deveriam, o que também reforça a pouca atenção do governo nessa prioridade.

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